Capitulo 1
Monotonia
Monotonia minha vida se resumia isso. Uma grande mesmice de sempre.
Busco o perigoso, a sensação de dor, inconsequência, sentir o vento da noite sopra no meu rosto sem saber aonde vou, sem rumo vagar pela noite e simplesmente se deixar levar pela sensação acolhedora que sempre encontro através do luar, é como um vício, você prova e não quer mais larga, ver todas aquelas pessoas ali conversando, bebendo e algumas pessoas ate dançando ouvindo o bom e velho rock. Elas parecem se diverti sendo tão simples uma roda de amigos um vinho barato e uma boa música parece ser o suficiente para deixar eles feliz. Eu os invejo por isso, por encontra a felicidade assim tão simples, talvez seja a amizades, ter amigos talvez traga uma felicidade diferente, eu sei como e, já tive alguns amigos porem não os consideravas verdadeiras amizades passageiras e ate às vezes fúteis, era desnecessária, descartáveis.
A primeira vez que fui aquele lugar, me senti um pouco estranha nunca tinha ido a um lugar como aquele, mas meu desejo sempre foi encontrar um lugar como aquele pra me divertir, mas sempre uma coisa me impedia, e a mais importante era que eu não tinha amigos.
Um pouco antes de ir até La, conheci uma pessoa através da internet, conversamos algumas vezes e então ele me chamou para sair, me chamou para ir até La, eu no inicio não aceitei, pois mal conhecia essa pessoa que me chamava pra sair, mas era uma pessoa diferente de todas as outras que havia conhecido em minha curta porem longa vida, ele irradiava aquele ar de homem maduro que sabia o que queria, e ele era sincero isso era um ponto a mais, já outras pessoas que passaram pela minha vida era fúteis, vulgarem, que só se interessavam pelo o que eu poderia proporcionar a eles, homens que só queriam meu corpo para usar e descartas, mulheres fureis que não tinha nada na cabeça além de homens e festas, isso me irritava muito as vezes já não conseguia mais fica perto dessas pessoas sem alma e celebro,esse cara era diferente pelo mesmo esperava que fosse, aceitei seu pedido para sair mas deixando bem claro que não queria nada alem de amizade. Por fim esqueci-me de minhas preocupações de que ele fosse algum maníaco e deixa pra os meus receios e decidi me ir com ele ate aquela balada casa de show, um point no qual só tocava rock. Eu era pura animação, excitação, minha mente implorava para que eu me jogasse na noite sem medo, eu iria conhecer pessoas novas, pessoas que teriam um mais de cabeça, talvez encontre alguém que me disse-se qual o sentido da vida e de tudo aquilo que sentia dentro de mim, de tudo que queria transportar e explodir para fora de mim, uma sensações de desespero pairava na boca de meu estomago. Essa noite teria que ser reveladora.
Esqueci de todas as minhas frustrações e no sábado à noite comecei a me arrumar, empolgada eu estava, vestir o que considerava ser um lock apropriado, um short jeans curto e uma camisa da banda Nirvana que tanto amo, olhe-me no espelho e me observei por um segundo tentando encontrar sentido no que via, eu não era bonita não me achava como tal, eu era simplesmente eu “simples e complexa” assim eu poderia dizer, simples por fora e complexa por dentro, do lado de fora ninguém poderia imaginar a confusão que se passara dentro de minha cabeça pensamentos perturbados incoerentes até. Mas por fora minha pele era branca meia amarelada de tanto sol, meus olhos cor de castanhos escuros que dependendo da luz eles eram mais negros como a noite ou mais claro como mel gostava de pensar que essa variação era por causa do meu humor e não da luz, mas isso não era verdade, mas eu gostava de me iludir as vezes era bom. Meus olhos eram grandes ou pareciam ser? Mas eu tinha grandes cílios e uma sombracelha um pouco valhada mas nada que um pouco de lápis preto não resolva. Meus lábios tinham um leve toque vermelho natural eram bem definidos e um pouco volumosos diria que eram na medida certa, tudo isso tornava meu rosto delicado em comparação ao meu selvagem cabelo que hoje não estava de bem comigo, seus cachos vermelhos estavam revoltados armados e cheios, mas eu adorava isso neles, eles só precisavam de um pouco de direção nada que um bom creme não ajude.Adorava mais ainda quando uma amiga que conheci na internet me chamava de ruivinha e era esse meu apelido na net, gostava que me chamassem assim. Fiz uma maquiagem um tanto leve, com olhos pretos e lábios deixei em sua cor natural ficou melhor assim, após me arrumar, maquiagem, cabelo e me vestir finalmente calcei meus tênis AL star cano longo vinha quase ate meus joelhos e tava certo trabalho colocá-los levei meia hora ate conseguir calçar os dois. Pronta eu sai de casa e fui determinada ate o ponto de ônibus onde o futuro me aguardava, o futuro era incerto, mas eu tinha certeza que eu iria me diverti muito.
O ônibus demorou um pouco a aparecer eu já estava ansiosa, iria me encontrar com o cara da internet que no caso se chamava Andre estaria ele me esperando no ponto para me levar ate o point mais badalado da cidade o que tanto ansiava para ir. Quanto enfim desci do ônibus logo reconheci o Andre encostado na parede a minha espera, assim que ele me viu abriu um grande sorriso, ele era um pouco diferente do que eu pensava, nas fotos do seu perfil ele era diferente, ali pessoalmente ele parecia ser mais bonito que nas fotos, ele tinha cabelos castanhos curto, mas que pareciam ser bem sedosos e brilhavam na luz do luar, e que a lua estava bela hoje, seu rosto era bonito com traços marcantes e fortes o tipo de pessoa que você na rua e não se esquece, no contexto geral ele era lindo, alto, e tinha um do mais belo sorriso que já tinha visto, na hora já sabia que ele seria meu grande amigo.
Ele não perdeu tempo e veio logo me abraçar, seu abraço era forte e acolhedor seu cheiro um perfume dos mais suaves era um frenesi um cheiro que me deixou mais calma e aquietou meu estomago que estava inquieto por causa da noite. Assim que ele se afastou para me olhar disse um grande “oi” perguntou se eu estava bem, ficamos conversando alguns minutos era fácil conversar com ele, perguntou de minha família e de como estava me sentindo hoje já que era a primeira vez que iria ao point e também disse que encontraríamos uns amigos dele La,mal havia reparado que meia hora havia se passado dês que cheguei.
- Acho que precisamos ir, seus amigos devem estar esperando – eu falei cortando ele no meio de uma frase engraçada, ele me olhou e pareceu constatar que havia se passado muito tempo dês que eu cheguei e muitos ônibus também.
- E verdade, nem tinha percebido, e melhor irmos ruivinha, se não você ira se atrasar para melhor festa de todas, e open bar – disse ele com um tão brincalhão. E assim finalmente pegamos o ônibus rumo ao melhor festa que assim disse ele
E assim vamos entramos no ônibus que me levaria ate o point, vamos conversando todo a caminho e a cada segundo eu ficava mais ansiosa, no meu estomago havia borboletas me deixando inquieta. Mal se passaram 20 minutos e finalmente chegamos ate o esperado destino a boate “Angel”.
Na porta do point (Angel) já havia algumas pessoas a espera para poder entrar, no ar havia um clima de expectativa, algumas pessoas conversavam outras estavam apenas esperando parei para observá-las todas vestiam pretos e de certa forma era iguais, mas eles irradiavam uma sensação de liberdade, uma liberdade que queria sentir um desejo de aventura, eles eram tão livres alguns com pircengs outros com tatuagens todas expressavam o que sentiam através de sua roupas, estilos, todos queriam expressar opiniões contrarias as demais, era isso que todas aquelas pessoas me passavam, eu queria ser livre como ele.
A porta da boate havia um grande toldo escrito Angel e havia uma porta de entrada como uma roleta e a seu lado um grande espelho pendurado na parede e a bilheteria e havia também uma grande porta de saída de emergência. A parede da entrada era na cor preta tudo tinha seu ar de mistério, só que eu e Andre não ficamos esperando do lado de fora ele logo entrou no Angel, me disse que conhecia o segurança e por isso podia entrar antes, perguntei sobre seus amigos e ele me disse que logo chegaria.
La dentro a boate era bem escura e totalmente diferente do que eu esperava, era um pouco escuro e assim que entrava no alto se via uma cabine de som e atrás de mim to lado da entrada a bilheteria, a minha frente a portas do banheiro e uma escada que parecia ser para um suposto segundo andar. Tinha um bar no canto abaixo do suposto segundo andar, mas não era ali que se pegavam as bebidas. Logo o lugar encheu, tinha todo tipo de pessoa deferente que se possa imaginar, o som era dos melhores tocava Nirvana que e uma banda que eu amava, eu via as pessoas dançarem ao som de Smells Like Spirit sentindo o ritmo da música a noite estava perfeita.
- E verdade, nem tinha percebido, e melhor irmos ruivinha, se não você ira se atrasar para melhor festa de todas, e open bar – disse ele com um tão brincalhão. E assim finalmente pegamos o ônibus rumo ao melhor festa que assim disse ele
Capitulo 2
Open Bar
E assim vamos entramos no ônibus que me levaria ate o point, vamos conversando todo a caminho e a cada segundo eu ficava mais ansiosa, no meu estomago havia borboletas me deixando inquieta. Mal se passaram 20 minutos e finalmente chegamos ate o esperado destino a boate “Angel”.
Na porta do point (Angel) já havia algumas pessoas a espera para poder entrar, no ar havia um clima de expectativa, algumas pessoas conversavam outras estavam apenas esperando parei para observá-las todas vestiam pretos e de certa forma era iguais, mas eles irradiavam uma sensação de liberdade, uma liberdade que queria sentir um desejo de aventura, eles eram tão livres alguns com pircengs outros com tatuagens todas expressavam o que sentiam através de sua roupas, estilos, todos queriam expressar opiniões contrarias as demais, era isso que todas aquelas pessoas me passavam, eu queria ser livre como ele.
A porta da boate havia um grande toldo escrito Angel e havia uma porta de entrada como uma roleta e a seu lado um grande espelho pendurado na parede e a bilheteria e havia também uma grande porta de saída de emergência. A parede da entrada era na cor preta tudo tinha seu ar de mistério, só que eu e Andre não ficamos esperando do lado de fora ele logo entrou no Angel, me disse que conhecia o segurança e por isso podia entrar antes, perguntei sobre seus amigos e ele me disse que logo chegaria.
La dentro a boate era bem escura e totalmente diferente do que eu esperava, era um pouco escuro e assim que entrava no alto se via uma cabine de som e atrás de mim to lado da entrada a bilheteria, a minha frente a portas do banheiro e uma escada que parecia ser para um suposto segundo andar. Tinha um bar no canto abaixo do suposto segundo andar, mas não era ali que se pegavam as bebidas. Logo o lugar encheu, tinha todo tipo de pessoa deferente que se possa imaginar, o som era dos melhores tocava Nirvana que e uma banda que eu amava, eu via as pessoas dançarem ao som de Smells Like Spirit sentindo o ritmo da música a noite estava perfeita.
no meio de tanta gente se encontrava os amigos do Andre, uma garota que me recebeu com um belo sorriso e um grande abraço que dizia seja bem-vinda seu nome era Jessica, ela vestia uma calça toda propositalmente rasgada que era bem interessante e uma blusa preta que tinha um desenho de caveira na geral ela era linda e bem vestida tinha todo tipo de acessórios deslocados, pulseiras e praceletes, que me faziam sentir que estava pouco produzida, seus cabelos curto na altura do ombro com aqueles cortes modernos que na frente a ponta do cabelo e maior e atrás e mais curto, mas tudo ficava fabuloso com a cor de violeta de seus cabelos que pareciam brilhar, já os rapazes com seus jeitos descolados, não tinha muita diferente em suas roupas eram calças jeans e blusa de banda cada um tinha uma banda diferente estampada no peito, um menino chamado Gustavo vestia a blusa da banda Angra, tinha cabelos longos que iam ate o ombro eram ondulados quase lisos e na cor preta como a noite e olhos castanhos no seu rosto haviam marcas de espinhas, ele era meigo no seu jeito tímido que ele somente apertou minha mão disse seu nome e deu um sorriso torto afetado por todos estarem olhando para ele vendo ele corar de vergonha era tão fofo, Marcus alto de cabelos curtos e pretos e Felipe baixo de cabelos arrepiados e de Grandes olhos azuis, todos pareciam estar na expectativa do evento da noite open bar, todos riam e comentavam que na primeira noite que eu fui ate o “Angel” era um open bar e que essa seria uma noite de muita bebedeira e de com certeza que micos então começaram a contas vezes que cada um pagou um grande mico, eu ria muito diante da discussão de Andre com o Felipe quem foi que passou a maior vergonha em todas as vezes que saíram ver essa discussão era hilário melhorou ainda mais quando Marcus se intrometeu defendo o Felipe e colocando todos os ‘podres’ de Andre para fora, já Andre me olhava com uma cara de que tudo era uma grande mentira, mas eu só conseguia ri de sua expressão contrariada e constrangida, todos conversavam alegremente e a conversa fluía naturalmente e começaram a fazer algumas perguntas para mim, mas nada constrangedor que me fizesse sentir envergonha eram perguntas simples como o Andre já havia feito, perguntas como de onde eu era, quem era meus pais, o que fazia da vida (que essa a resposta era nada, só estudo) e assim conversamos naturalmente.
Comecei a beber na expectativa te tornar essa noite mais divertida, Jessica iria trabalhar no bar e não ficaria com a gente e logo Felipe arrumou uma garota pra ficar em altos beijos, só sobrou Andre, Marcus e Eu, vamos ate o bar para pegar um copo de cerveja e aproveitei pra ficar conversando com Jessica, mas parecia ser impossível por que havia muitas pessoas no bar querendo suas cervejas, no fim tive que me afastar por causa da confusão de gente no bar.
O Angel estava super lotado, tinha todo tipo de gente, e hoje tocaria duas bandas, uma era de Iron Maiden e a outra Angra e Dream theater os rapazes ficaram parados no canto perto do bar desativado, e eu fui andar pelo Angel para conhecer o lugar, nessa noite havia muitos caras bonitos e alguns olhavam pra mim como se quisessem saber quem eu era, eu pelo visto era novidade no lugar algumas pessoas me olhavam com certa cautela, depois de andar por todo Angel e ate seu suposto segundo andar que não passava de uma pequena área onde os casais se encontravam afim de que ninguém os visem já que ali era muito escuro e tinha varias cadeiras encostadas na parede era um ambiente que parecia ser confortável, não fiquei ali muito tempo desci e voltei a me encontrar com o Andre que estava com mais um copo de cerveja pra mim eu na verdade odiava o gosto da cerveja por ser tão amargo, preferia beber outra coisa em vez de cerveja, chamei Andre e vamos ate o bar onde as únicas opções de bebidas era cerveja ou caipirinha, então resolvi beber a caipirinha, peguei um copo e voltamos para o mesmo lugar que estávamos onde o Marcus estava.
Já a certa hora da noite que eu não sabia mais qual era, eu estava muito bêbeda e zonza e estava dançando no meio da pista ao som de Angra, já havia feito um monte de amizades e conversava com todos como se fossem grandes amigos enquanto dançava um cara de cabelos longos, alto e lindo veio em minha direção e começou a seguir meu embalo ele se aproximava cada vez mais de mim ate que parou em frente a mim com um sorriso zombeiro na cara, colocou a mão na minha cintura e aproximou seu rosto de mim desviei meu rosto da sua tentativa de beijo, mas ele não recuou e continuamos a dançar de um jeito engraço, ele era cheiroso, e eu já não estava em meu estado normal, estava tão bêbada que não sabia quem era ele e por que eu me encontrava dançando com ele e onde estava meu amigo, olhava em volta tentando achar ele e não o via. Será que foi embora? Fiquei um pouco preocupada e resolvi deixar esse cara de lado e fui à procura do meu amigo, ele estava perto do bar conversando com Jessica e Marcus, eu fui até eles Andre sorria pra mim e perguntou se eu estava perdida já que sumi eu ri e tentei desviar de assunto já que nem mesma sabia o que estava fazendo, continuei a beber só que agora não sai de perto Andre, conversei com o Marcus e descobrir que ele era uma pessoa super legal, ficamos conversando um bom tempo. Depois de alguns copos de caipirinha (alguns não eu já havia bebido bastante ) eu fui ficando cada vez mais tonta e precisava pegar um ar, já não sabia nem onde estava percebi que de novo estava na pista de dança com aquele cara, sentia minhas pernas tremendo,eu ansiava por um beijo mas não estava no meu melhor estado sentia que a qualquer momento iria vomitar,deixe o cara e tentei achar o caminho da porta em vão pois estava tudo muito escuro agora a ultima banda tocava e eu procurava a saída e novamente estava sozinha, olhei para cima e vi uma placa escrito saída de emergência em vermelho e fui na direção dela e no caminho achei o Marcus e o Felipe conversando pergunto pelo Andre e o Marcus disse que estava no bar que ficava perto de onde estava tinha medo de voltar lá e me perder novamente e não achar a saída, pedi pro Marcus falar para o Andre que estaria lá fora, e assim continuei meu caminho ate chegar na saída e respirar o ar puro foi só então que percebi o quanto lá dentro era quente e abafado sentei na calçada e fiquei esperando vomitar. Ate que sentir uma mão em meus ombros e era Andre que me ajudou a levantar ele me olhava como se estivesse se divertindo e disse “acho que já esta na hora de irmos para casa não acha?” eu respondi que não, eu não queria ir embora a noite estava tão boa, mas eu não estava em condições de protesta, e ele me levou ate o ponto onde finalmente vomitei pagando o maior mico. Eu não sei como cheguei a casa, só sei que acordei em minha cama com outra roupa e meus cabelos molhados e uma terrível dor de cabeça, provavelmente o Andre me deixou no ônibus que vinha para minha casa e eu dormi o caminho todo ate chegar no ponto final e o cobrador me acordou por sorte era o ponto onde eu iria ficar. Devo ter chegado em casa e tomada um banho para ver se melhorava e tirar o cheiro de cachaça do meu corpo pra que minha avo não percebesse. Eu não queria levantar da cama, não conseguia me lembrar o que eu havia feito ontem bebi demais não me lembro qual foi a ultima vez que bebi tanto.
Comecei a beber na expectativa te tornar essa noite mais divertida, Jessica iria trabalhar no bar e não ficaria com a gente e logo Felipe arrumou uma garota pra ficar em altos beijos, só sobrou Andre, Marcus e Eu, vamos ate o bar para pegar um copo de cerveja e aproveitei pra ficar conversando com Jessica, mas parecia ser impossível por que havia muitas pessoas no bar querendo suas cervejas, no fim tive que me afastar por causa da confusão de gente no bar.
O Angel estava super lotado, tinha todo tipo de gente, e hoje tocaria duas bandas, uma era de Iron Maiden e a outra Angra e Dream theater os rapazes ficaram parados no canto perto do bar desativado, e eu fui andar pelo Angel para conhecer o lugar, nessa noite havia muitos caras bonitos e alguns olhavam pra mim como se quisessem saber quem eu era, eu pelo visto era novidade no lugar algumas pessoas me olhavam com certa cautela, depois de andar por todo Angel e ate seu suposto segundo andar que não passava de uma pequena área onde os casais se encontravam afim de que ninguém os visem já que ali era muito escuro e tinha varias cadeiras encostadas na parede era um ambiente que parecia ser confortável, não fiquei ali muito tempo desci e voltei a me encontrar com o Andre que estava com mais um copo de cerveja pra mim eu na verdade odiava o gosto da cerveja por ser tão amargo, preferia beber outra coisa em vez de cerveja, chamei Andre e vamos ate o bar onde as únicas opções de bebidas era cerveja ou caipirinha, então resolvi beber a caipirinha, peguei um copo e voltamos para o mesmo lugar que estávamos onde o Marcus estava.
Já a certa hora da noite que eu não sabia mais qual era, eu estava muito bêbeda e zonza e estava dançando no meio da pista ao som de Angra, já havia feito um monte de amizades e conversava com todos como se fossem grandes amigos enquanto dançava um cara de cabelos longos, alto e lindo veio em minha direção e começou a seguir meu embalo ele se aproximava cada vez mais de mim ate que parou em frente a mim com um sorriso zombeiro na cara, colocou a mão na minha cintura e aproximou seu rosto de mim desviei meu rosto da sua tentativa de beijo, mas ele não recuou e continuamos a dançar de um jeito engraço, ele era cheiroso, e eu já não estava em meu estado normal, estava tão bêbada que não sabia quem era ele e por que eu me encontrava dançando com ele e onde estava meu amigo, olhava em volta tentando achar ele e não o via. Será que foi embora? Fiquei um pouco preocupada e resolvi deixar esse cara de lado e fui à procura do meu amigo, ele estava perto do bar conversando com Jessica e Marcus, eu fui até eles Andre sorria pra mim e perguntou se eu estava perdida já que sumi eu ri e tentei desviar de assunto já que nem mesma sabia o que estava fazendo, continuei a beber só que agora não sai de perto Andre, conversei com o Marcus e descobrir que ele era uma pessoa super legal, ficamos conversando um bom tempo. Depois de alguns copos de caipirinha (alguns não eu já havia bebido bastante ) eu fui ficando cada vez mais tonta e precisava pegar um ar, já não sabia nem onde estava percebi que de novo estava na pista de dança com aquele cara, sentia minhas pernas tremendo,eu ansiava por um beijo mas não estava no meu melhor estado sentia que a qualquer momento iria vomitar,deixe o cara e tentei achar o caminho da porta em vão pois estava tudo muito escuro agora a ultima banda tocava e eu procurava a saída e novamente estava sozinha, olhei para cima e vi uma placa escrito saída de emergência em vermelho e fui na direção dela e no caminho achei o Marcus e o Felipe conversando pergunto pelo Andre e o Marcus disse que estava no bar que ficava perto de onde estava tinha medo de voltar lá e me perder novamente e não achar a saída, pedi pro Marcus falar para o Andre que estaria lá fora, e assim continuei meu caminho ate chegar na saída e respirar o ar puro foi só então que percebi o quanto lá dentro era quente e abafado sentei na calçada e fiquei esperando vomitar. Ate que sentir uma mão em meus ombros e era Andre que me ajudou a levantar ele me olhava como se estivesse se divertindo e disse “acho que já esta na hora de irmos para casa não acha?” eu respondi que não, eu não queria ir embora a noite estava tão boa, mas eu não estava em condições de protesta, e ele me levou ate o ponto onde finalmente vomitei pagando o maior mico. Eu não sei como cheguei a casa, só sei que acordei em minha cama com outra roupa e meus cabelos molhados e uma terrível dor de cabeça, provavelmente o Andre me deixou no ônibus que vinha para minha casa e eu dormi o caminho todo ate chegar no ponto final e o cobrador me acordou por sorte era o ponto onde eu iria ficar. Devo ter chegado em casa e tomada um banho para ver se melhorava e tirar o cheiro de cachaça do meu corpo pra que minha avo não percebesse. Eu não queria levantar da cama, não conseguia me lembrar o que eu havia feito ontem bebi demais não me lembro qual foi a ultima vez que bebi tanto.
Cansada voltei a dormi, eu nunca mais iria a um open bar.
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