segunda-feira, 20 de maio de 2013

Devaneios - Ruivinha ^^


Garota perdida, confusa e sem rumo... Resumo EU! 



Aqui sera um refúgio, um esconderijo, onde posso escrever tudo o que penso sem restrições onde eu possa ser eu mesma, sabe? Um lugar só meu.

Posso parecer ser cheia de coragem e inconsequente ou uma medrosa que tem medo de tudo?! Sinceramente não sei.

Não sei quem sou apenas sei o que gosto, e ate isso e irrelevante por que meus gostos mudam de tempos em tempos, depende de meu humor, um dia quero algo light e calmo, nesse dia ouço Legião Urbana ou Cazuza, tem dias também que algo tão calma assim não me satisfaz preciso de algo mais pesado ao meus ouvidos, nesse dia ouço Slipknot.

Realmente não sou boa escritora me perco nas palavras facilmente e as vezes fico sem sentido. Eu sei que não sou perfeita, mas procuro sempre o melhor de mim e quando escrevo são verdades ditas e pensadas, meus pensamentos que flutuam em minha mente que vem a toma e transportam através de mim eu tendo colocá-las em ordem e da um rumo a tudo, mas como já diz o titulo eu me encontro sem rumo.

E estranho, estar assim sem “rumo” e difícil dizer como e estar sem rumo, mas creio que e bem simples, pense em algo que você não planeje e não tenho como manipular e tão pouco decidir onde vai parar e como ler um livro não há como mudar o final a seu gosto, assim e minha vida, a vida de todos para ser mais sincera, para e pense você não tem o controle  de seus próprios atos, não há como você ter controle do que poderá vir a seguir: ser demitido, ser atropelado, ser ganhador da mega-sena (HaHaHa meus sonho) enfim não há como prever ou manipular, nossa historia não esta escrita e não podemos passar a borracha no ponto que não gostamos e mudar. -Não te assustada não ter controle de sua própria vida?- E assim que me encontro não planejo nada, mas sei bem o que quero só não sei se ira acontecer da maneira que quero, mas sou determinada e não desistirei ate conseguir serei aquilo que desejo ser, irei onde quiser ir, e assim será.

Outro dia conversando com meu amigo pela internet discutíamos o seguinte: “o que e liberdade?”
boa pergunta eu diria que e o ato de poder fazer o que quiser sem conseqüências, tivemos o seguinte caso um aluno revoltado da minha turma na prova de filosofia que tinha uma pergunta parecida com essa esse aluno respondeu o seguinte:



“liberdade! Não temos liberdade. Liberdade seria poder fazer que quiser, eu por exemplo queria estar em casa jogando vídeo game e não aqui. Como pode achar que temos liberdade se somos 0prigados a fazer o que não gostamos como vim a escola.”





Eu concordei com ele como podemos ter liberdade se não possamos fazer o que queremos? Meu amigo me explicou que como esse aluno tem a liberdade de sair da sala e não voltar ficar em casa e jogar seu vídeo-game a professora tem o direito de reprová-lo. Não há liberdade sem conseqüência, tudo na vida tem conseqüência.


Enfim o que tem isso a haver com o texto ou com minha historia? Bom, posso dizer que isso vem do conflito que tenho em minha mente que esta perdida na confusão das suas próprias conclusões, uma loucura total, mas eu ate que gosto assim, minha mente e igual minha bolsa tudo bagunçado nunca encontro nada, Incrível isso! Outro dia me esquecei de acordar e dormi um dia inteiro, e no outro esqueci que almocei, agora deu pra esquecer tudo. Assim como minha bolsa que não encontro nada a minha mente se perde tudo.


Pelo mesmo agora trabalhando eu estava mais concentrada tentando manter minha mente focada em algo essa tarefa era difícil, algo que somente os livros têm o tal poder ‘manter minha mente quieta e organizada’.


De novo devaneios....





eu irei concluir – prometo - um dia 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Penso logo escrevo = dia a dia








Capitulo Dia a dia

       

     Assim que acordei na manhã seguinte já me encontrava melhor e sozinha em casa minha avo havia saído para o trabalho dela lá em Vila Isabel onde cuidava de uma senhora idosa – era engraçado uma velha cuidando de outra velha – e eu me encontrava sozinha em casa, eu não trabalhava apenas estudava no turno da noite na escola que era aqui perto de casa, eu já estava cursando o 3º ano do ensino médio graças a Deus faltava pouco para terminar e enfim me ver livre da escola e poder usufruir de minha vida adulta, era estranho pensar em mim como uma adulta que deveria ter responsabilidades não me sentia assim ainda me sentia a mesma adolescente de sempre que nada mais queria da vida além de diversão e aventura, mas infelizmente minha vida não era assim há muito tempo e agora eu perdera muito tempo perdida e se rumo, precisava encontrar o caminho da nova “eu” que seria mais responsável e madura que trabalharia e teria seu próprio dona de seu próprio nariz, bom na verdade eu já vazia o que queria mesmo pouco iria mudar. Ficar em casa era um tédio não havia muito o que fazer, ficava o dia todo sem rumo dentro de casa vagando pelos cômodos a procura do que fazer, as vezes minha amiga Paloma ia ate minha casa, mas já fazia tempo que se mudara e não a via mais, sem der com quem falar me sentava em frente do computador e ficava a procura de uma companhia alguém pra conversar, as vezes era frustrante não ter o que fazer, sem amigos, inveja quem dia uma vida mesmo monótona que minha por menor que fosse a diferença, eu era uma pessoa elétrica não suportava a vida que tinha dês que resolvi mudar, mudei tanto...
  



          Mas ainda era a mesma garota a procura de não sei o que. 




         Levantei-me da cama e fui enfrentar o novo dia que dia pela frente, uma longa semana já que ainda era segunda e minha avo só viria sexta e minha diversão somente sábado, será que faltava muito para sábado? Sim, bastante.

        Tomei meu café e um bom banho sem ter o que fazer – como sempre- sentei em frente ao computador e entrei na minha conta da rede social a procura de alguma novidade e logo encontrei vários comentários falando de como foi “épico” a noite do open bar, falavam de tudo de quem pagou mico, de quem bebeu demais, de quem pegou quem, todos queriam saber o fofoca do momento – um bando de fofoqueiros isso sim! – vi que havia algumas solicitações de amizades do Felipe e do Marcus aceitei logo, havia uma que era do carinha que dancei na noite de sábado, seu nome era Julio e tinha banda de rock, na verdade agora que conseguia vê-lo melhor através das fotos ele era bem bonito, aceitei seu pedido de amizade e começamos a conversar bom ele parecia ser um cara legal, me mostrou alguns vídeos da sua banda – que era boa – e assim surgia todo tipo de papo ele me chamou para um evento num tal de “Caverna do Rock” onde sua banda iria tocar me chamou para ir ver o show, eu fiquei em duvida disse que iria pensar.

      Quando enfim cansei da internet resolvi ir à procura de minha independência então me arrumei e parada em frente ao espelho tentando convencer meus cabelos a ficar arrumados ou pelos mesmos decentes, tava difícil! Reparei que hoje meus olhos estavam na cor caramelo meio dourados – pelo mesmo eu achava isso, enfim. – parecia brilhar hoje eu estava de bom, terminei de arrumar meus cachos e sai de casa, indo à busca de um emprego.


       Fui
ao local mais próximo de casa, que era o centro onde havia um monte de lojas, escritórios, mercados, camelos e etc. estava a procura de qualquer emprego sem me importa onde iria trabalhar então em toda loja que havia a placa que dizia “Precisa-se de Funcionários” eu entrei e deixei meu currículo. Pelo mesmo hoje eu estava fazendo algo diferente, encontrei ate um espaço cultural que estava aceitando currículos para estágios deixei – não custava nada tentar -. Após muitas lojas e caminhar muito fui para casa cansada de procurar um emprego agora só me restava esperar.
Naquela mesma me chamaram para uma entrevista no espaço cultural “Arte vida” onde logo fui aceita. O lugar era legal espaçoso e vivia cheio de adolescentes indo e vindo de aulas culturais – entre Teatro, canto, dança, violão e etc. – bom pelo mesmo iria conhecer pessoas novos trabalharia no horário da tarde, um trabalho chato de escritório onde digitaria documentos e ajudaria os outros funcionários em suas tarefas, resumindo era isso que fazia, alguns funcionários eram legais, logo fiz umas amizades, algo que me ajudava a suporta um trabalho tão chato, onde tinha que atender telefones chatos com pessoas irritadas achando que a culpa de seus problemas eram minha. – eu já tinha problemas demais em minha vida .
       Tudo havia se tornado algo novo e inesperado. Mas logo se transformava em algo comum e sem graça esse era meu grande problema. Acordava ficava um pouco no computador conversando com meus amigos ansiávamos pelo Final de semana – Que chegue logo, por favor!!- o final de semana onde poderíamos extravasar, nos libertar e enfim fazemos o que realmente queremos. Após isso eu me arrumo e vou para mais um dia de trabalho e depois vou para escola uma rotina todo dia a mesma coisa.
Na minha escola só havia pessoas sem personalidade nenhuma, sem visão, completamente absurdas do mundo. Garotas sem nenhum atrativo intelectual nunca nem sequer leram um livro sem opinião para nada nos seus mundinhos era só garotos, roupas e maquiagem. Eu realmente não conseguia entender tamanha futilidade que elas tinha, não conseguia entender, já fazia tempos eu não agüentava mais ouvir suas conversas fúteis e elas tão pouco gostávamos dos meus papos – pareciam se irritar quando falava de estudo, ou de um livro que li, ou ate de uma matéria do jornal. – enfim sem nada na cabeça.
      Eu era assim louca por livros e pelas suas historias lia muitas ficções me perdia no meio dos personagens nos mundos de realidades diferentes tudo fora do normal, isso era suficiente para mim. Ler trazia alegria a minha alma, assim como meus muitos amores.

      Eu posso nunca entender a sociedade onde vivo. Onde tudo e mais importante, onde ninguém pensa no próximo somente em si mesmo, onde nos prendemos nas esperanças fúteis de que amanha será um novo dia, uma nova alegria, onde todos esperam sentados olhando vendo a vida passar esperam que algo mudo que a vida lhe traga o motivo pra ser feliz.
Há espera de não sei o que.




    Queria
eu poder sair sem rumo pegar a mochila e ir ate um lugar legal me perder em caminhos novos sem conseqüências, mas como poderia sair assim simplesmente sem ter o maldito ”dinheiro”, e assim se faz o martírio da vida, em busca do que queremos nos prendemos em uma vida ou rotina para conseguir aquilo que queremos pode-se ate pensar : “Nada mais justo, um pouco de trabalho para termos muito prazer”. Sempre deixando para amanha, certa vez li um texto que me fez refletir sobre muitas coisas...




“Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta ideia: morrer. A troco? Você passou mais de dez anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente. De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinquente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não companha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça. — A morte é uma piada, Martha Medeiros.”



     Morrer e um exagero.deixamos muitas coisas para ser fazer depois.
esse era meu maior medo, perde minha vida e não fazer valer a pena. Não conseguir aquilo que mais queria no mundo isso me assustava demais !!

    E uma certa ironia que uma coisa que teve acontecer a todos nos conseguisse me assustar tanto. Nunca parou para pensar que sua vida logo acabara, que você deixara de existir, para onde ira todos os seus sonhos, seus pensamentos, nada fica tudo se vai, sem lembranças, tudo se apaga, você vira pó e tudo o que você achou significar não será nada. Isso era assustador pensar que logo tudo se acabara, pode ate achar eu tenho muita vida pela frente mas logo poderia se acabar, amanha ou daqui a 10 anos quem sabe??

E muita incerteza para deixar as coisas para depois, era assim que eu pensava da vida


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Open Bar






Capitulo 2 

Open Bar 

          E assim vamos entramos no ônibus que me levaria ate o point, vamos conversando todo a caminho e a cada segundo eu ficava mais ansiosa, no meu estomago havia borboletas me deixando inquieta. Mal se passaram 20 minutos e finalmente chegamos ate o esperado destino a boate “Angel”.

           Na porta do point (Angel) já havia algumas pessoas a espera para poder entrar, no ar havia um clima de expectativa, algumas pessoas conversavam outras estavam apenas esperando parei para observá-las todas vestiam pretos e de certa forma era iguais, mas eles irradiavam uma sensação de liberdade, uma liberdade que queria sentir um desejo de aventura, eles eram tão livres alguns com pircengs outros com tatuagens todas expressavam o que sentiam através de sua roupas, estilos, todos queriam expressar opiniões contrarias as demais, era isso que todas aquelas pessoas me passavam, eu queria ser livre como ele.

         A porta da boate havia um grande toldo escrito Angel e havia uma porta de entrada como uma roleta e a seu lado um grande espelho pendurado na parede e a bilheteria e havia também uma grande porta de saída de emergência. A parede da entrada era na cor preta tudo tinha seu ar de mistério, só que eu e Andre não ficamos esperando do lado de fora ele logo entrou no Angel, me disse que conhecia o segurança e por isso podia entrar antes, perguntei sobre seus amigos e ele me disse que logo chegaria.

            La dentro a boate era bem escura e totalmente diferente do que eu esperava, era um pouco escuro e assim que entrava no alto se via uma cabine de som e atrás de mim to lado da entrada a bilheteria, a minha frente a portas do banheiro e uma escada que parecia ser para um suposto segundo andar. Tinha um bar no canto abaixo do suposto segundo andar, mas não era ali que se pegavam as bebidas. Logo o lugar encheu, tinha todo tipo de pessoa deferente que se possa imaginar, o som era dos melhores tocava Nirvana que e uma banda que eu amava, eu via as pessoas dançarem ao som de Smells Like Spirit sentindo o ritmo da música a noite estava perfeita.
       no meio de tanta gente se encontrava os amigos do Andre, uma garota que me recebeu com um belo sorriso e um grande abraço que dizia seja bem-vinda seu nome era Jessica, ela vestia uma calça toda propositalmente rasgada que era bem interessante e uma blusa preta que tinha um desenho de caveira na geral ela era linda e bem vestida tinha todo tipo de acessórios deslocados, pulseiras e praceletes, que me faziam sentir que estava pouco produzida, seus cabelos curto na altura do ombro com aqueles cortes modernos que na frente a ponta do cabelo e maior e atrás e mais curto, mas tudo ficava fabuloso com a cor de violeta de seus cabelos que pareciam brilhar, já os rapazes com seus jeitos descolados, não tinha muita diferente em suas roupas eram calças jeans e blusa de banda cada um tinha uma banda diferente estampada no peito, um menino chamado Gustavo vestia a blusa da banda Angra, tinha cabelos longos que iam ate o ombro eram ondulados quase lisos e na cor preta como a noite e olhos castanhos no seu rosto haviam marcas de espinhas, ele era meigo no seu jeito tímido que ele somente apertou minha mão disse seu nome e deu um sorriso torto afetado por todos estarem olhando para ele vendo ele corar de vergonha era tão fofo, Marcus alto de cabelos curtos e pretos e Felipe baixo de cabelos arrepiados e de Grandes olhos azuis, todos pareciam estar na expectativa do evento da noite open bar, todos riam e comentavam que na primeira noite que eu fui ate o “Angel” era um open bar e que essa seria uma noite de muita bebedeira e de com certeza que micos então começaram a contas vezes que cada um pagou um grande mico, eu ria muito diante da discussão de Andre com o Felipe quem foi que passou a maior vergonha em todas as vezes que saíram ver essa discussão era hilário melhorou ainda mais quando Marcus se intrometeu defendo o Felipe e colocando todos os ‘podres’ de Andre para fora, já Andre me olhava com uma cara de que tudo era uma grande mentira, mas eu só conseguia ri de sua expressão contrariada e constrangida, todos conversavam alegremente e a conversa fluía naturalmente e começaram a fazer algumas perguntas para mim, mas nada constrangedor que me fizesse sentir envergonha eram perguntas simples como o Andre já havia feito, perguntas como de onde eu era, quem era meus pais, o que fazia da vida (que essa a resposta era nada, só estudo) e assim conversamos naturalmente.
        
         Comecei a beber na expectativa te tornar essa noite mais divertida, Jessica iria trabalhar no bar e não ficaria com a gente e logo Felipe arrumou uma garota pra ficar em altos beijos, só sobrou Andre, Marcus e Eu, vamos ate o bar para pegar um copo de cerveja e aproveitei pra ficar conversando com Jessica, mas parecia ser impossível por que havia muitas pessoas no bar querendo suas cervejas, no fim tive que me afastar por causa da confusão de gente no bar.
O Angel estava super lotado, tinha todo tipo de gente, e hoje tocaria duas bandas, uma era de Iron Maiden e a outra Angra e Dream theater os rapazes ficaram parados no canto perto do bar desativado, e eu fui andar pelo Angel para conhecer o lugar, nessa noite havia muitos caras bonitos e alguns olhavam pra mim como se quisessem saber quem eu era, eu pelo visto era novidade no lugar algumas pessoas me olhavam com certa cautela, depois de andar por todo Angel e ate seu suposto segundo andar que não passava de uma pequena área onde os casais se encontravam afim de que ninguém os visem já que ali era muito escuro e tinha varias cadeiras encostadas na parede era um ambiente que parecia ser confortável, não fiquei ali muito tempo desci e voltei a me encontrar com o Andre que estava com mais um copo de cerveja pra mim eu na verdade odiava o gosto da cerveja por ser tão amargo, preferia beber outra coisa em vez de cerveja, chamei Andre e vamos ate o bar onde as únicas opções de bebidas era cerveja ou caipirinha, então resolvi beber a caipirinha, peguei um copo e voltamos para o mesmo lugar que estávamos onde o Marcus estava.

              Já a certa hora da noite que eu não sabia mais qual era, eu estava muito bêbeda e zonza e estava dançando no meio da pista ao som de Angra, já havia feito um monte de amizades e conversava com todos como se fossem grandes amigos enquanto dançava um cara de cabelos longos, alto e lindo veio em minha direção e começou a seguir meu embalo ele se aproximava cada vez mais de mim ate que parou em frente a mim com um sorriso zombeiro na cara, colocou a mão na minha cintura e aproximou seu rosto de mim desviei meu rosto da sua tentativa de beijo, mas ele não recuou e continuamos a dançar de um jeito engraço, ele era cheiroso, e eu já não estava em meu estado normal, estava tão bêbada que não sabia quem era ele e por que eu me encontrava dançando com ele e onde estava meu amigo, olhava em volta tentando achar ele e não o via. Será que foi embora? Fiquei um pouco preocupada e resolvi deixar esse cara de lado e fui à procura do meu amigo, ele estava perto do bar conversando com Jessica e Marcus, eu fui até eles Andre sorria pra mim e perguntou se eu estava perdida já que sumi eu ri e tentei desviar de assunto já que nem mesma sabia o que estava fazendo, continuei a beber só que agora não sai de perto Andre, conversei com o Marcus e descobrir que ele era uma pessoa super legal, ficamos conversando um bom tempo. Depois de alguns copos de caipirinha (alguns não eu já havia bebido bastante ) eu fui ficando cada vez mais tonta e precisava pegar um ar, já não sabia nem onde estava percebi que de novo estava na pista de dança com aquele cara, sentia minhas pernas tremendo,eu ansiava por um beijo mas não estava no meu melhor estado sentia que a qualquer momento iria vomitar,deixe o cara e tentei achar o caminho da porta em vão pois estava tudo muito escuro agora a ultima banda tocava e eu procurava a saída e novamente estava sozinha, olhei para cima e vi uma placa escrito saída de emergência em vermelho e fui na direção dela e no caminho achei o Marcus e o Felipe conversando pergunto pelo Andre e o Marcus disse que estava no bar que ficava perto de onde estava tinha medo de voltar lá e me perder novamente e não achar a saída, pedi pro Marcus falar para o Andre que estaria lá fora, e assim continuei meu caminho ate chegar na saída e respirar o ar puro foi só então que percebi o quanto lá dentro era quente e abafado sentei na calçada e fiquei esperando vomitar. Ate que sentir uma mão em meus ombros e era Andre que me ajudou a levantar ele me olhava como se estivesse se divertindo e disse “acho que já esta na hora de irmos para casa não acha?” eu respondi que não, eu não queria ir embora a noite estava tão boa, mas eu não estava em condições de protesta, e ele me levou ate o ponto onde finalmente vomitei pagando o maior mico.

                Eu não sei como cheguei a casa, só sei que acordei em minha cama com outra roupa e meus cabelos molhados e uma terrível dor de cabeça, provavelmente o Andre me deixou no ônibus que vinha para minha casa e eu dormi o caminho todo ate chegar no ponto final e o cobrador me acordou por sorte era o ponto onde eu iria ficar. Devo ter chegado em casa e tomada um banho para ver se melhorava e tirar o cheiro de cachaça do meu corpo pra que minha avo não percebesse. Eu não queria levantar da cama, não conseguia me lembrar o que eu havia feito ontem bebi demais não me lembro qual foi a ultima vez que bebi tanto.
Cansada voltei a dormi, eu nunca mais iria a um open bar.

Monotonia



Capitulo 1
Monotonia 


Monotonia minha vida se resumia isso. Uma grande mesmice de sempre.
Busco o perigoso, a sensação de dor, inconsequência  sentir o vento da noite sopra no meu rosto sem saber aonde vou, sem rumo vagar pela noite e simplesmente se deixar levar pela sensação acolhedora que sempre encontro através do luar, é como um vício, você prova e não quer mais larga, ver todas aquelas pessoas ali conversando, bebendo e algumas pessoas ate dançando ouvindo o bom e velho rock. Elas parecem se diverti sendo tão simples uma roda de amigos um vinho barato e uma boa música parece ser o suficiente para deixar eles feliz. Eu os invejo por isso, por encontra a felicidade assim tão simples, talvez seja a amizades, ter amigos talvez traga uma felicidade diferente, eu sei como e, já tive alguns amigos porem não os consideravas verdadeiras amizades passageiras e ate às vezes fúteis, era desnecessária, descartáveis.
            A primeira vez que fui aquele lugar, me senti um pouco estranha nunca tinha ido a um lugar como aquele, mas meu desejo sempre foi encontrar um lugar como aquele pra me divertir, mas sempre uma coisa me impedia, e a mais importante era que eu não tinha amigos.
          
               Um pouco antes de ir até La, conheci uma pessoa através da internet, conversamos algumas vezes e então ele me chamou para sair, me chamou para ir até La, eu no inicio não aceitei, pois mal conhecia essa pessoa que me chamava pra sair, mas era uma pessoa diferente de todas as outras que havia conhecido em minha curta porem longa vida, ele irradiava aquele ar de homem maduro que sabia o que queria, e ele era sincero isso era um ponto a mais, já outras pessoas que passaram pela minha vida era fúteis, vulgarem, que só se interessavam pelo o que eu poderia proporcionar a eles, homens que só queriam meu corpo para usar e descartas, mulheres fureis que não tinha nada na cabeça além de homens e festas, isso me irritava muito as vezes já não conseguia mais fica perto dessas pessoas sem alma e celebro,esse cara era diferente pelo mesmo esperava que fosse, aceitei seu pedido para sair mas deixando bem claro que não queria nada alem de amizade. Por fim esqueci-me de minhas preocupações de que ele fosse algum maníaco e deixa pra os meus receios e decidi me ir com ele ate aquela balada casa de show, um point no qual só tocava rock.

           Eu era pura animação, excitação, minha mente implorava para que eu me jogasse na noite sem medo, eu iria conhecer pessoas novas, pessoas que teriam um mais de cabeça, talvez encontre alguém que me disse-se qual o sentido da vida e de tudo aquilo que sentia dentro de mim, de tudo que queria transportar e explodir para fora de mim, uma sensações de desespero pairava na boca de meu estomago. Essa noite teria que ser reveladora.

              Esqueci de todas as minhas frustrações e no sábado à noite comecei a me arrumar, empolgada eu estava, vestir o que considerava ser um lock apropriado, um short jeans curto e uma camisa da banda Nirvana que tanto amo, olhe-me no espelho e me observei por um segundo tentando encontrar sentido no que via, eu não era bonita não me achava como tal, eu era simplesmente eu “simples e complexa” assim eu poderia dizer, simples por fora e complexa por dentro, do lado de fora ninguém poderia imaginar a confusão que se passara dentro de minha cabeça pensamentos perturbados incoerentes até. Mas por fora minha pele era branca meia amarelada de tanto sol, meus olhos cor de castanhos escuros que dependendo da luz eles eram mais negros como a noite ou mais claro como mel gostava de pensar que essa variação era por causa do meu humor e não da luz, mas isso não era verdade, mas eu gostava de me iludir as vezes era bom. Meus olhos eram grandes ou pareciam ser? Mas eu tinha grandes cílios e uma sombracelha um pouco valhada mas nada que um pouco de lápis preto não resolva. Meus lábios tinham um leve toque vermelho natural eram bem definidos e um pouco volumosos diria que eram na medida certa, tudo isso tornava meu rosto delicado em comparação ao meu selvagem cabelo que hoje não estava de bem comigo, seus cachos vermelhos estavam revoltados armados e cheios, mas eu adorava isso neles, eles só precisavam de um pouco de direção nada que um bom creme não ajude.Adorava mais ainda quando uma amiga que conheci na internet me chamava de ruivinha e era esse meu apelido na net, gostava que me chamassem assim. Fiz uma maquiagem um tanto leve, com olhos pretos e lábios deixei em sua cor natural ficou melhor assim, após me arrumar, maquiagem, cabelo e me vestir finalmente calcei meus tênis AL star cano longo vinha quase ate meus joelhos e tava certo trabalho colocá-los levei meia hora ate conseguir calçar os dois. Pronta eu sai de casa e fui determinada ate o ponto de ônibus onde o futuro me aguardava, o futuro era incerto, mas eu tinha certeza que eu iria me diverti muito.
O ônibus demorou um pouco a aparecer eu já estava ansiosa, iria me encontrar com o cara da internet que no caso se chamava Andre estaria ele me esperando no ponto para me levar ate o point mais badalado da cidade o que tanto ansiava para ir. Quanto enfim desci do ônibus logo reconheci o Andre encostado na parede a minha espera, assim que ele me viu abriu um grande sorriso, ele era um pouco diferente do que eu pensava, nas fotos do seu perfil ele era diferente, ali pessoalmente ele parecia ser mais bonito que nas fotos, ele tinha cabelos castanhos curto, mas que pareciam ser bem sedosos e brilhavam na luz do luar, e que a lua estava bela hoje, seu rosto era bonito com traços marcantes e fortes o tipo de pessoa que você na rua e não se esquece, no contexto geral ele era lindo, alto, e tinha um do mais belo sorriso que já tinha visto, na hora já sabia que ele seria meu grande amigo.

                Ele não perdeu tempo e veio logo me abraçar, seu abraço era forte e acolhedor seu cheiro um perfume dos mais suaves era um frenesi um cheiro que me deixou mais calma e aquietou meu estomago que estava inquieto por causa da noite. Assim que ele se afastou para me olhar disse um grande “oi” perguntou se eu estava bem, ficamos conversando alguns minutos era fácil conversar com ele, perguntou de minha família e de como estava me sentindo hoje já que era a primeira vez que iria ao point e também disse que encontraríamos uns amigos dele La,mal havia reparado que meia hora havia se passado dês que cheguei.
             

                      - Acho que precisamos ir, seus amigos devem estar esperando – eu falei cortando ele no meio de uma frase engraçada, ele me olhou e pareceu constatar que havia se passado muito tempo dês que eu cheguei e muitos ônibus também. 

- E verdade, nem tinha percebido, e melhor irmos ruivinha, se não você ira se atrasar para melhor festa de todas, e open bar – disse ele com um tão brincalhão. E assim finalmente pegamos o ônibus rumo ao melhor festa que assim disse ele.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Resumo




Conhecendo a Ruivinha



Gosto que me chamem assim Ruivinha.

Um apelido que ganhei da minha amiga que conheci na internet. e gosto que todos me chamem assim

Não vou dizer meu nome por que e desnecessário e não mudaria nada pois nomes são todos iguais.



Minha vida era uma monotonia SEM FIM era sempre a mesmice de cada dia, ate eu conhecer o famoso e balado point.

onde conheci a mim mesma ... vou contar a minha historia e o que fiz para chegar aqui hoje e tudo que eu fiz, cada loucura cada festa, cada aventura sórdida e sacana.