A tempos não escrevo e sinto uma enorme falta de tal de ato na minha vida.
Escrever para mim e uma forma de desabafar todos os meus problemas e poder refletir sobre tal.
Esqueci-me de minha historia, meu personagem foi deixado de lado pela busca de algo que não encontro, fracassada e frustada, sempre volto ao inicio de tudo, sem mais, sozinha eu sempre estou sozinha.
As vezes tenho raiva de mim mesma pelo fato de ser tão anti-social, as vezes me deixo de lado e me afogo dentro de mim e esqueço o mundo ou observo sem nada falar,
domingo, 29 de dezembro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Cansada
Cansada de tudo e todos....
Cansada de ouvir sempre a mesma coisa, cansada sempre de me sentir como se eu estivesse fazendo algo errado, como se meu caminho não fosse o certo pra mim, e principalmente cansada de pessoas que se afastam de mim por que não gostam de algo que faço e nem segues falam pra mim o motivo.
Nesses dias ou semanas, vieram algumas pessoas falar-me as mesma coisa sobre uma determinada pessoa, duas conseguiram me fazer chorar por me dizer grandes verdades - uma delas nem lembro o nome - o pior e que essas pessoas veem me dizer sempre o mesmo, a mesma coisa parece ensaio tamanha coincidência... e isso ta me dando nos nervos...
Sinceramente e só uma questão a ser discutida aqui o que eu quero? o que estou a fazer? ate onde? e se estou disposta a aceitar as consequências?
segunda-feira, 29 de julho de 2013
VOCÊ SABE COMO É SER TORTURADO PELA SUA MENTE?
Como é ter um milhão de pensamentos que insiste em te dizer que você é uma catástrofe, uma mente na qual não deixa você esquecer os seus erros, defeitos, tudo.
Não sei bem como lidar com isso tudo, não sei bem como viver com a consequência de meus atos queria eu saber. Talvez imaginei flores onda não tinha, o homem mal por trás dos olhos azuis e enxerguei de um modo torto tudo isso, você me confunde, você quer me dominar, me fazer sua - somente sua- ate não seria mal se eu não fosse eu, se eu não suporta-se esse tipo de coisa.
Não o culpe por isso e sim ao que digo que faço por meios de palavras mal ditas, através da fala o que seria melhor dizer através da escrita ou simplesmente guardar dentro de mim , dentro da minha mente onde guardo minhas confusões e ideias premeditadas do mundo a minha volta - meu mundo - e diferente de tudo meu próprio mundo, eu vivo num mundo só meu.
Eu me Torturo, há como gosto de fazer isso, de sentir ódio de mim mesma, sentir nojo pelo que sou, por minha mente suja e decrepitada, do meu mundo corrompido em decomposição, deteriorado e fétido, quero ódio quero odiar e mais fácil lidar com a vida assim, e mais fácil lidar comigo mesma assim.
Gosto das marcas que deixo em mim, para lembra sempre, ter sempre a marca ali comigo carregar pra onde eu for, sempre lembrar ... sempre lembrar. Gosto da dor e não dos cortes, gosto de sentir a dor que me faz queimar sinto-me viva e não um vulto pálido no espelho sem vida, sem alma, a dor me faz bem a recebo com os braços abertos, as vezes vem simples e calma e outras me derruba no chão com violência, eu inflijo minha dor corto não pra ver o sangue e sim pela dor.
Diluído
Eu sou frio, eu sou feio
Estou sempre confuso com tudo
Posso encarar milhares de olhos
Mas todo sorriso esconde uma mentira deslavada
Isso coça, dá raiva, acumula e respira
Meus heróis estão mortos, eles morreram na minha mente
Tire do bando, esprema a dor
Algo dentro de mim abriu de novo
Meus pensamentos resumidos
Todas as pequenas falhas que eu neguei
Esqueça o hoje, esqueça tudo que aconteceu
Todo dia eu vejo mais algumas deficiências
Eu não tenho vergonha de ser uma completa catástrofe
Que diabos - eu fiz - para merecer - tudo isso?
Eu não desperdiço balas com mentes ignorantes
Seus insultos entalam em meus dentes conforme eles diminuem
Muito além do bom gosto, a caminho de maus pressentimentos
Eu diminuo, enquanto meus sintomas crescem
Deus, que diabos está errado?
Você age como se você soubesse o tempo todo
Seu tempo é uma droga, seu silêncio é uma benção
Tudo o que eu sempre quis de você era
algo que você nunca poderia ser
Agora dê uma olhada realmente bom em
O que você fez pra mim porra
Que diabos - eu fiz - para merecer - tudo isso?
Me dê uma razão por que eu precisaria de você, garoto
Me dê uma razão para não te foder
Me dê uma razão por que eu precisaria de você, puta
Me dê uma razão para não te foder
Eu te vejo em mim
Eu escondo minhas cicatrizes de penetras
Incapaz de saber por que
alguém respira, eu tenho que obter uma resposta
Por que sou tão fascinado por
Fotos maiores, coisas melhores
Mas eu não ligo para o que você pensa
Você nunca me entenderá
Que diabos eu fiz para merecer tudo isso?
Foda- se!
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Capitulo 14 –
Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Era tudo do que menos
precisava agora sabe? Envolver-me, me vejo em um caminho no qual não quero
impedir seu curso, e simples era só me afastar nas diversas oportunidades que
tive de chegar ao fim disso, mas não tive coragem pra fazê-lo, não quis ficar
longe daquilo que estava me fazendo bem, pra que? Preferi deixar seguir seu
curso, e em pouco tempo me vi assim com saudades, triste por brigas sem
sentidos, estou ferrada.
Por
pouco tempo cheguei a pensar que era possível não me envolver, mas tava errada
demais.
Passada aquela noite continuei a
conversar por mensagens com o Caue que agora começava a mostra mais de si pra
mim, conforme o tempo foi passando fui me vendo cada vez mais envolvida... Por
olhos, mãos, beijos e abraçados – sei vocês achara que isso era impossível de
acontecer, eu TAMBÉM – mas fui deixando rolar tudo com calma, sem premeditar ou
criar qualquer expectativa, sei muito bem como e isso, mas o fato de você
deixar rolar e não parar para pensar onde quer ir te leva a caminhos sinuosos e
complicados como sempre me levam, sou péssima em tomar uma decisão fico
evitando ate o ponto em que vejo que não dá mais para ficar em cima do moro,
nem sempre tomo a decisão certa, mas sempre permaneço nela e sofro com as
consequências se for o caso, só que não havia tomado minha decisão e mesmo
assim arquei com suas consequências e por muito tempo fiquei sem entender o por
que disso.
Pensava que já estava imune a esse
tipo de coisa “relacionamentos” me enjoa, pessoas me enjoa, mas me vi numa armadilha
da vida que quer me mostra que contra isso não há o que se fazer, talvez sim,
talvez não, mas não quero ver ou saber se isso poderia ser evitado,
simplesmente quis deixar acontecer como ele mesmo me pedira.
-“vamos deixar rolar, sem presa, vamos curtir o momento”
-“vamos deixar rolar, sem presa, vamos curtir o momento”
Ta
legal, isso parecia ser tão simples, sem pensar, sem escolhas ou decisões, nada
que pudesse me fazer envolver, mas eu sempre agi assim, sou fraca pra tomar
decisões que preciso tomar, isso tornar minha vida na grande confusão que e. Tava
enganada, pois foi assim que me envolvi, por palavras doces, aquelas que
precisam tanto ouvir pra acalmar minha alma, pelos gestos simples e
demonstração de algo que era mais que simplesmente um caso. Como digo “pagar de
namorado” na frente de todos sugere algo a mais, sim sugere.
Chegou
o sábado que iria ao aniversario do Marcus que foi comemorado no Angel, antes
de ir pra lá passei na casa da Laura onde todos se encontravam (Roberto,
Jessica, Ninha e Napoleão) ate aquele momento tudo parecia normal do jeito que
era, bebemos vinhos e caipirinha, ouvimos rock e conversamos tudo do jeitinho
que era meus finais de semanas depois que conheci a Laura – adorava passar os
finais de semana lá, me sentia em casa já, o que sempre quis enfim havia
conseguido AMIGOS – chegou a noite e nos arrumamos da melhor forma rockeira
chamaríamos atenção quando chegássemos, sabia que naquele dia Caue apareceria
lá e falei com a Laura isso – até esse momento ainda estávamos namorando – ela
não ficou muito contente com isso e nem queria ir mais por causa dele, achava
que me atrapalharia se fosse eu disse que não, ela aceitou e foi comigo,
naquele noite saímos Roberto, Laura, Jessica e eu para o Angel.
Quando
chegamos lá logo encontramos o Marcus o lugar estava vazio como eu nunca vi
antes o evento de hoje era bem pouco conhecido e apreciado pelo publico que
frequenta o Angel, resumindo aquilo estava uma bosta, assim que cheguei dei um
beijo no Marcus e desejei feliz aniversario pra ele, fazia tempo que não o via
e sentira saudades, na minha doce ilusão passaria a noite com ele curtindo seu
aniversario.
Não
demorou muito logo após chegamos lá o Caue me mandou uma mensagem dizendo que
estava do lado me esperando queria falar comigo, chamei a Jessica e fui lá fora
falar com ele, pra que? Ele me disse que estava tendo um evento de graça show
aberto, a idéia logo me chamou a atenção e a Jessica também, assim que essa
idéia se formou na nossa mente não deve volta, não pensei em meus amigos que lá
estavam, não pensei no Marcus e nem em seu aniversario muito menos o quando
magoaria todos ele com essa atitude que tomei, como tudo que faço na minha vida
não pensei apenas agi no impulso do momento e fui ao encontro daquilo que
considerava bom “ a diversão” da noite.
Entramos novamente e falei como a Laura que iria pra mesquita muito
contragosto ela disse tudo bem com uma cara nada amigável, falei com o Marcus e
ele nem ligou – estava acostumado comigo – e assim saímos e vamos ao encontro
do Caue que também estava com uma amiga Rafa, entramos no carro e vamos.
Bom em um resumo a noite foi ótima tudo
ocorreu bem, mesmo àquela voz na minha cabeça que me dizia que não deveria ter
feito o que fiz isso com a Laura – por mais que quisesse não conseguia fazer
ela se calar – naquela noite foi bem surpreendente não espera tal comportamento
do Caue, ele ficou perto de mim o tempo todo com pequenos beijos e carinhos,
mostrando pra todos que estavam juntos – por isso fiquei tão surpreendida –
alguém que pouco me conhecia e mal tínhamos ficado estava ali bancando de
namorado na frente de todos, pra todos verem sem pudor, gostei dessa atenção
que ele era algo novo aquilo, além de ser o tipo de cara que fazia meu estilo
tinha esse jeito uma inteligência que nunca nos deixávamos sem ter o que falar
alguém de conteúdo que me instigava – e não como muitos que conheci que não
tinha nada a acrescentar a mim, e nada de bom pra falar – deve ser esses
pequenos detalhes que me levaram pra amatilha mais uma vez.
Dancei
com a Jessica ao som de AC/DC curtindo a música e batendo o cabelo dançando
daquele jeito que somente eu e ela fazíamos, bebi muitas itaipavas, o lugar era
a céu aberto e tinha uma boa quantidade de gente, porém nenhum conhecido não
meus e pouco dele, quando tocou Highway To Hell do AC/DC não me contive e tive
que ir pra perto do palco chamei a Jessica dei um beijo no Caue e fui
cambaleando ate a frente do palco onde dançamos como loucas, levantamos os
braços sempre no refrão da música gritando a pelos pulmões que estávamos no
caminho do inferno – na tradução da música - eu realmente me sentia assim as
vezes como se tivesse no caminho do inferno.
Ainda
ali dançando, já havia tocado todo tipo de música a banda animava a todos, eu
me entregava a cada nova música mesmo sem saber o que iria tocar, estava no meu
próprio mundo de alegria aquilo que sempre me deixava feliz e ser ar, não
reparava em quem estava a minha volta e nem o que acontecia ali – por isso
levei aquele tombo no open bar, eu sou muito distraída – não percebi que havia
um cabeludo que já havia visto certa vez La no Angel me olhando vendo o jeito
como dançava, na hora da troca de bandas que parou a música e que voltei a mim
e reparei o mundo a minha volta, minhas pernas estavam doloridas por causa do
esforço de tanto pular foi assim olhando ao redor que percebi que esse garoto
me olhava de um jeito diferente só passei o olho e continue a olhar e percebi
que o Cuae já estava perto de mim me observando assim como esse garoto, não sei
se ele percebeu que esse garoto estava me olhando, nem parei pra pensar tamanha
significância que esse desconhecido tinha, pra mim podia ter nada, mas para o
Caue não ele além de reparar falou comigo.
-
Eu vi você olhando pra aquele cabeludo
-
Eu não olhei pra ele – afirmei, ta eu sei que olhei, mas não do jeito que ele
insinuava que olhei.
-
Olha eu sei que você olhou, de boa, eu não quero te prender sei que você e
livre se você gostou dele tudo bem, só não quero esse tipo de relacionamento. –
disse ele pra mim me olhando de um jeito serio eu só puder responder com sacarmos,
as palavras dele me chocaram muito além de afirmar algo que disse que não
aconteceu ele ainda disse a palavra que tanto detesto “relacionamento”.
-Eu
já falei que não olhei pra ele, ponto, fim de papo – falei determinação
realmente não estava no clima para aquele tipo de discussão, era serio aquilo,
não conseguia acreditar que ele estava supondo tal coisa, sinceramente, preferi
deixar passar no estado que me encontrava não era bom pra esse tipo de
conversar, logo haveria briga, infelizmente ele pouco conhece de mim então
continuo com seu discurso que não queria me prender que viu que eu estava
interessada nesse cara, não me aquentei explodi.
-
Serio isso? Você não ouviu o que acabei de falar, não quero discutir mais esse
assunto ponto acabou, se eu falo pra tu que não estou e por que não estou. –
disse quase aos gritos para ser bem ouvida.
Foi
assim que deixei ele ali parado e fui encontrar a Jéssica e logo que a vi
conte-lhe o ocorrido sua opinião era tão simples “ele ficou com ciúmes só isso
ruiva” as vezes os conselhos dela era horrível, quis ir embora não iria aturar
aquilo já passei a face de ciúmes bobos, isso ela ouviu bem pediu que esperasse
e foi falar com ele, mas antes de sair lhe disse que estava indo e que iria sem
ela, ela não deu bola, não levou fé ao que disse, então comecei a andar
sentindo o vendo frio que sopra no fim de todas as noites, andei a esmo sem
saber a direção do ponto a coragem minha inimiga as vezes, não precisei a andar
muito pra perceber que estava bêbada a suficiente para me perder ao ate algo
pior, estava sem tola e fútil afinal pra que ir embora, por causa dele nunca,
as vezes eu mesma sou minha pior inimiga, esclareci meus pensamentos e voltei,
andar me fez bem, pra onde mesmo eu tava pensando em ir já ate me esquecera.
Encontrei
ele vindo ao meu encontro com aquele andar sabe meio tímido sei lá, não era
aquele andar determinado que vai em muitas pessoas, ele era diferente, chegou
perto de mi segurou minha mão e me puxou pra perto dele me pediu desculpas por
seu ciúme exagerado e pediu que voltava, eu fingindo muito bem disse que só fui
da uma volta não iria mostrar que ele me afetara tanto assim.
Fomos
embora e naquela noite aceitei o convite dele de ir até sua casa, sim apesar de
nossa briga por bobeira resolvi ir já havia me arriscado tanto aquela noite por
que não.
Ele
morava sozinho a casa não era muito longe de onde estávamos, não muito grande,
mas espaçosa para uma pessoa só, cozinha, sala, banheiro e quarto – eu morava
numa casa menor só cozinha sala e banheiro, mas era espaçosa e aconchegante - ,
a maioria dos cômodos eram bem vazios poucos moveis, uma casa sem alma, fria,
calma, passava essas sensações, tranqüilidade também acho que era mais pelo
fato de ter tão poucas coisas, não perdemos tempo e fomos para seu quarto que
tinha o mesmo padrão do estante da casa, só havia cama e quarta roupa é mais
nada, simples era tudo tão simples.
Fizemos
naquela noite algo que meu corpo ansiava já havia algum tempo, nos entregamos,
alguns olhares penetrantes não aqueles que parecem enxergar tua alma esses são
raros, meu corpo ansiava pelo toque, o toque da mão sentir como eram suaves,
como deslizavam pelo meu corpo e me causavam arrepios com um simples toque,
como sua boca procurava dentro da minha aquilo que não acharia ali, foi
diferente de todos, foi diferente daquele de pouco tempo atrás não sei bem o
por que ou o como tudo se resumia ao desejo que queimava meu corpo ao seu
toque, tudo era intenso uma entrega, ele não foi direto para cama comigo
primeiro me levou ate a parede e ali me pressionou, pressionou seu corpo contra
o meu seu beijo eu estava perdida nele, não sabia onde sua língua queria ir, o
que ele desejava de mim estávamos fora do ritmo, mas nos encontramos e perdemos
dentro do nosso frenesi, sua mão foi descendo devagar de um jeito que me fez
suspirar em seus lábios e ver a expressão em seu rosto que ele estava tão perto
da loucura quanto eu, sua mão só parou naquele ponto mais sensível que havia no meio de minhas pernas e apertou
por cima do Jens o que me fez involuntariamente estremecer a espera de mais
contado dele e novamente outro suspiro escapou de mim quase como um gemido, um
pedido de mais, ele voltou com sua mão deixando ali uma sensação de frio e
vazio, ele não era agressivo como eu, como queria que fosse, eu arranhava suas
costa mordia seu pescoço e dele arrancava suspiros, pequenos, tiramos nossa
roupas e ficamos ainda ali encostados na parede fria, e foi ali que ele me fez
sentir novamente aquilo que queima dentro de mim, me deixando calma, acalmando
minha fúria, minha agressividade, me segurou com firmeza na frente de seu corpo e me penetrou, eu já
não estava mais ali, estava perdida na minha mente, perdida nas sensações de
meu corpo curtindo aquela onde de prazer que me invadiu como água apagando o
Fogo em mim, e ali sentia alivio, seu corpo se movimentava sem pressa, ouvir
seus gemidos baixos no mesmo ritmo que o meu foi o que mais me excitou, e
quando não muito tempo depois cheguei ao ápice
o tão esperado e sofrido orgasmos quase não me aquentei em pé, senti que
me faltava as pernas de tanto que tremiam, aliviada eu me sentia aliviada, ele
chegou ao ápice junto comigo e o jeito como sua respiração ficou cortada a
expressão em seu rosto tudo aquilo que me fez estremecer de prazer.
Fiquei
ali paralisada a procura de minhas pernas que não pareciam estar no mesmo
lugar, olhando pra ele pela primeira vez dês que nos despimos, vendo como seu
corpo era sua pele morena lisa suave ao toque a luz que entrava pela janela
(aquela luz fraca da noite que naquele momento parecia tímida diante de nosso
ato) fazia sua pele reluzir ou era meus olhos? Não sei, mas der aquela visão me
deixou perplexa o corpo, a pele morena, os cabelos longos e pretos, parecia uma
visão um sonho, nunca fiquei tão fascinada pela beleza de um cara acho que a
bebida me deixa fútil e no desejo. Ele me olhava do mesmo jeito me analisando
tanto quando eu o analisava me deu um meio sorriso que me tirou o fôlego, me
joguei na cama tentando descansar minhas pernas, mas na verdade eu estava a
procura de mais, eu sempre estava a procura de mais.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Dúvidas, consequências.... Minha vida
Dúvidas, consequências.... Minha vida
... Não pude evitar, o sentimento de calmaria que agora mora em mim não posso simplesmente fingir que não existe, ou que não e bom. e cedo demais pra tomar ideias ou conclusões de tudo - como já sabem eu sou assim sempre espero ate o ultimo momento para tomar uma decisão - agora pensando bem em tudo, não sei como ou porque aconteceu, não sei bem porque agora me encontro assim calma.
Talvez seja o que meu amigo Marcus uma vez me disse, todos precisamos de nosso porto seguro - bobo não? - não que seja o caso, mas eu fico perdida a deriva sera que preciso disso? um porto pra onde voltar depois da minha busca incansável? por algum motivo escolhi ele, por algum motivo que pouco entendo agora, pode ser a proteção que ele me passa, o sentimento de posse ou algo assim.
Como o inevitável, não inevitável não porque não acho que seja uma situação inevitável por que no meu modo de ver amizade e pra sempre, amigos são para sempre, aquela pessoa que fica ao teu lado não importa o que, que te da conselhos quando esta no caminho errado, e não simplesmente o que faz isso.
Talvez seja o que meu amigo Marcus uma vez me disse, todos precisamos de nosso porto seguro - bobo não? - não que seja o caso, mas eu fico perdida a deriva sera que preciso disso? um porto pra onde voltar depois da minha busca incansável? por algum motivo escolhi ele, por algum motivo que pouco entendo agora, pode ser a proteção que ele me passa, o sentimento de posse ou algo assim.
Como o inevitável, não inevitável não porque não acho que seja uma situação inevitável por que no meu modo de ver amizade e pra sempre, amigos são para sempre, aquela pessoa que fica ao teu lado não importa o que, que te da conselhos quando esta no caminho errado, e não simplesmente o que faz isso.
Por pouco perdi meus amigos da ultima vez, mas e agora e pra valer, por causa dele do índio, eles não gostam dele, sei o porque e entendo eles tem razão pra não gosta se fosse eu no situação também não gostaria, mas isso significa não ser mais amigo? pra mim não.
No fim apos brigas com o índio ele deve que aceitar que minha amizade com a Laura iria continuar, mas ela não aceita ele, ela despreza ele, odeia ate, acha que ele faz um jogo comigo que me manipula e nesse jogo o que ele quer e me afastar dela, mas no fim ela que se afastou de mim, ate certo ponto eu entendo ela, mas pra que acabar com a amizade comigo? levando consigo a minha alegria - como por muito tempo fiquei sem amigos - não precisa gostar dele.
Sempre comigo você pode apostar isso só acontece comigo. Com outra não aconteceu isso.
Sempre comigo você pode apostar isso só acontece comigo. Com outra não aconteceu isso.
Não vou entrar em detalhes, to triste no momento em que escrevo isso, sinto-me excluída, inconveniente, abandonada por tudo o que um dia mais amei...
quinta-feira, 11 de julho de 2013

Um capitulo a frente de minha historia
Quem disse que seria fácil que vida seria fácil?
uma hora ela cobra as conseqüências de seus atos um dia ela pede de volta tudo aquilo que tomou dela.Os Paranauê da vida.
Ou ler mais esse capitulo da minha historia que ainda esta send escrita, cuidado com os julgamentos sei que isso pode e vira a vim acontecer, mas não prenda a suas mentes em mundos pequenos, explore aquile lado negro que a dentro de você, aquele lado onde você guarda seus segredos, suas fantasias e desejos, liberte-se antes que seja tarde para faze-los.
Capitulo 11 -Mas tudo se tornou inevitavelmente
Magoei muitas pessoas na minha vida, que passaram e foram embora, meu jeito às vezes afastava as pessoas, por isso aprendi a ser assim fria, nada prende a minha atenção por muito tempo, não por que não quero e mais por que não consigo me prender, parece que tudo enjoa.
Quando enfim consegui o que tanto queria meus amigos, perdi por muito pouco, não sei como explicar será difícil para vocês que lêem compreender o que te fato me fez agir assim
Pode ser a busca do inalcançável, to perigo, aquele frio no estomago quando você toma alguma atitude precipitada quando você não sabe o resultado disso tudo.
Se eu não tivesse ido aquele dia ate lá, não teria conhecido ele, não estaria na situação de hoje, mas isso e ruim? Ou não?
Enfim, fui a um evento de motociclista que teve perto da minha casa, fui eu e minha mais recente amiga Laura, fazia pouco tempo que a conhecia, mas já havíamos encontrado grandes afinidades uma com outra, conheci ela através da Jessica que nos apresentou um dia no Angel... Ah aquele dia tem historia, boas lembranças... Rolou um de meus desejos, minhas fantasia, tudo se desenrolou de forma natural, um beijo calmo que preencheu meu corpo e abrandou meu desejo. Estamos ficando conhecidas no Angel causando grandes invejas nos homens que lá freqüentava e despertando desejos nas mulheres - algumas namoradas desses homes – éramos a sensação do momento aquelas que todos gostavam de falar, éramos polemicas, isso atraiu grandes olhares pra mim, mas nada que pudesse nos deixar de forma alguma mal, nesses dias deixa meus desejos mas sacanas a mostra ali dentro de um banheiro feminino junto com elas e quem mais quisesse se juntar a nos em nossa pequena aventura – um dia desses quebrei a porta de um desses banheiros, foi bem engraçado, realmente algo que nunca vão esquecer- e assim minha vida se tornou uma grande aventura nos lábios das mais diversas mulheres, baixas, altas, louras, ruivas, morenas, pouco me importava o que queria era explorar todo esse desejo que havia em mim que há muito deixei guardado trancafiado dentro de mim.
Tudo se explodira em mim fui à procura daquilo, saciar o insaciável, me tornei impossível, bendito seja o dia em que fui ao ANGEL, bendito seja.
Passei a encontrar ali o modo de extravasar minhas frustrações junto com elas que em pouco tempo se tornaram minhas cúmplices, ACHEI !! o que tanto queria AMIGOS, Laura era casada seu marido Roberto era um cara especial intelectual ate, ficava horas conversando vários papo cabeças com ele – isso me ajudava muito, de certa forma compreendia meus desejos que era um pouco da confusão em mim -. Passei a ir a na casa deles onde freqüentava todos que conhecia no Angel amigos deles e lá bebíamos tudo o que tínhamos direto, eram reuniões nas quais me divertia muito, encontrei ali não a paz, mas a felicidade de ter amigos, não me cansava de lá, minha avo sempre irritada comigo por não mais ficar em casa – o que podia fazer depois de tanto tempo trancada em minha vida monótona, não podia voltar atrás – chegou certo dia melhor dizendo certo evento que juro por Deus foi no fim do mundo um evento cyber gothico que gostava muito, nesse dia após algumas caipirinhas Laura me pediu em namoro e eu aceitei, sei e loucura NE? Mas me arrisquei – ainda fico na pior por causa disso – pensava que isso nunca afetaria nossa amizade, além do mais era como amizade colorida entre duas mulheres é ainda tinha o Roberto, mas ele não ligava que sua esposa se envolvesse com mulher isso não era problema ele aceitou nosso namoro na boa, vocês devem estar se perguntando se eu namoro ela conseguintemente namoro ele também, mas não foi assim eu ficava somente com a Laura e não minto quando digo isso.
Passamos a sair cada vês mais, juntas “o trio ternura” sempre causa no ANGEL, era engraçado ate, dançávamos e isso chamava a atenção de todos, de certa forma éramos sexy demais tudo indica prazer, uma dança em que os olhares diziam tudo – em certas vezes só batíamos cabelo ao som de uma boa música outras não – a Jessica estava ficando um pouco fora do controle, tudo piorou quando conheceu o Ted um carinha que tinha pose de pop star do rock se vestia de forma que chamava atenção era bonito, mas muito, muito canalha, ficava com todas as mulheres que derem molhe pra ele, típico não? Sim era bem típico, aquele tipinho de cara que de longe você já sabia tudo o que ele queria. Ela ficou obcecada nele por semanas era tortura, ela se torturava não queria ficar com ele acho que por medo ou censura não sei bem, um dia no ANGEL cansada de ver ela assim fiz algo que quase me arrependi depois, perguntei a ele se queria ficar com ela, ele disse sim e assim começou a historia deles – que rola ate hoje – ela não parou mais de falar dele, era Ted em todas as conversar ate com desconhecidos ela falava dele, ajudou muito na fama dele no fim das contas, se tornaram amantes ou como ela dizia PA (pau amigo) sempre que se encontravam era certo rolar sexo, eram como amigos dividiam tudo, ela arrumava mulheres eles ficavam – uma historia de amor bem estranha, mas eles não se amavam era pura luxuria – um dia descobrimos que ele filmava as todas as transas dele e depois mostrava pros amigos, ela não sem importou e continuou mesmo assim, encantada por ele, ficou cega pela luxuria - um pecado – ate o dia em que deu crise de existência nela, normal depois de tudo o que passou, ela não sabia mais o que queria da vida estava perdida assim como eu – mais uma no clube das garotas perdidas - essa crise a tomou por completo ate deprimida ficou, um dia decidiu largou sem PA.
e assim se passou alguns meses de minha vida, gostava da Laura e de ficar com ela, ao lado dela explorei meus desejos, arranquei suspiros e gemidos dela, me tornei meio sada ate, gostava de dominar ela, de ver sua expressão no auto do desejo um misto de dor e prazer, como ela gozava me excitava.
Mas tudo se tornou inevitavelmente a minha vida.
Naquele dia em que fui lá um encontro de motociclistas o primeiro em que fui te vi sim foi a primeira pessoa que vi naquele lugar, cabelos longos e pretos, muito pretos que chegava ate brilhar quando a luz do sol batia nele ofuscava minha visão e aquela blusa da banda que no momento era a que eu mais gostava ANGRA, olhei ele e vi que era algo que procurava inconscientemente – sempre tive um tesão por homens cabelos, não me entenda mal, não sou Maria shampoo e que acho lindo, da um certa atitude ao visual rockeiro era diferente - naquele dia me vi tentada a ficar com ele desejei ele profundamente, enquanto as bandas tocavam e eu dançava ficava observando ele conversando com seus amigos, e eu fingia muito bem que não o observava, logo me distrair na conversar com meus amigos e na banda muito boa que tocava, o lugar era em um espaço aberto que só havia o palco e um quiosque onde você comprava as bebidas e é claro também tinha uma grande fila de motos estacionadas uma mais linda e surpreende que a outra um desfile as mais belas maquinas, nesse dia o Ted apareceu foi então que acabou meu sossego Jessica ficou eufórica e me perguntava o que devia fazer e eu dizia.
– Ignore ele, finja que não sem importa.
– Não dá ruiva, ele e muito gostoso, ai ai ele sabe dos paranauê – sempre caia na gargalhada com Jessica vinha com esse papos de paranauê – só os fortes entenderam o que é, e bem fácil.
O inevitável aconteceu, Jessica não ouvia ninguém e foi atrás dele mais uma vez, e eu continuava bebendo e me divertindo.
Bastou um olhar, bastou ele flagra um olhar meu pra ele pro menino do ANGRA vim em minha direção e falar comigo, nessa hora fiquei nervosa, mas nada de mais, ele chegou com uma atitude ao mesmo tempo confiante e tímida – sei e bem confusa a explicação – mas foi assim , sei andar mostrava confiança, mas quando falou comigo parecia perdido. Desculpa não tinha como não ri era fofo o modo como se apresentou, de perto se via que era um homem e não um menino deveria ter uns 25 anos ou mais, não era magro, mas também não era gordo por cima da camisa tava pra ver que tinha uma pequena barriga e nada a mais, era bonito ele de um jeito que não chamava atenção, mas chamou a minha.
– Oi, eh... tudo bem ? não primeiro meu e Cauê e o seu? – nessa hora eu fiquei meia que sem reação pois a Laura estava atrás e mim ouvindo tudo.
– Ruiva gosto que me chamem assim.. olha minha namorada esta bem aqui atrás de mim, depois eu mando minha amiga falar contigo tudo bem?
Se ficou tudo bem não sei, mas ele ficou sem reação e disse que sim e que achou que estava sozinha e tudo mais, me deu um sorriso charmoso e foi embora. Foi então que começou minha busca pela Jessica.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Devaneios - Ruivinha ^^
Garota perdida, confusa e sem rumo... Resumo EU!
Aqui sera um refúgio, um esconderijo, onde posso escrever tudo o que penso sem restrições onde eu possa ser eu mesma, sabe? Um lugar só meu.
Posso parecer ser cheia de coragem e inconsequente ou uma medrosa que tem medo de tudo?! Sinceramente não sei.
Não sei quem sou apenas sei o que gosto, e ate isso e irrelevante por que meus gostos mudam de tempos em tempos, depende de meu humor, um dia quero algo light e calmo, nesse dia ouço Legião Urbana ou Cazuza, tem dias também que algo tão calma assim não me satisfaz preciso de algo mais pesado ao meus ouvidos, nesse dia ouço Slipknot.
Realmente não sou boa escritora me perco nas palavras facilmente e as vezes fico sem sentido. Eu sei que não sou perfeita, mas procuro sempre o melhor de mim e quando escrevo são verdades ditas e pensadas, meus pensamentos que flutuam em minha mente que vem a toma e transportam através de mim eu tendo colocá-las em ordem e da um rumo a tudo, mas como já diz o titulo eu me encontro sem rumo.
E estranho, estar assim sem “rumo” e difícil dizer como e estar sem rumo, mas creio que e bem simples, pense em algo que você não planeje e não tenho como manipular e tão pouco decidir onde vai parar e como ler um livro não há como mudar o final a seu gosto, assim e minha vida, a vida de todos para ser mais sincera, para e pense você não tem o controle de seus próprios atos, não há como você ter controle do que poderá vir a seguir: ser demitido, ser atropelado, ser ganhador da mega-sena (HaHaHa meus sonho) enfim não há como prever ou manipular, nossa historia não esta escrita e não podemos passar a borracha no ponto que não gostamos e mudar. -Não te assustada não ter controle de sua própria vida?- E assim que me encontro não planejo nada, mas sei bem o que quero só não sei se ira acontecer da maneira que quero, mas sou determinada e não desistirei ate conseguir serei aquilo que desejo ser, irei onde quiser ir, e assim será.
Outro dia conversando com meu amigo pela internet discutíamos o seguinte: “o que e liberdade?”
boa pergunta eu diria que e o ato de poder fazer o que quiser sem conseqüências, tivemos o seguinte caso um aluno revoltado da minha turma na prova de filosofia que tinha uma pergunta parecida com essa esse aluno respondeu o seguinte:
“liberdade! Não temos liberdade. Liberdade seria poder fazer que quiser, eu por exemplo queria estar em casa jogando vídeo game e não aqui. Como pode achar que temos liberdade se somos 0prigados a fazer o que não gostamos como vim a escola.”
Eu concordei com ele como podemos ter liberdade se não possamos fazer o que queremos? Meu amigo me explicou que como esse aluno tem a liberdade de sair da sala e não voltar ficar em casa e jogar seu vídeo-game a professora tem o direito de reprová-lo. Não há liberdade sem conseqüência, tudo na vida tem conseqüência.
Enfim o que tem isso a haver com o texto ou com minha historia? Bom, posso dizer que isso vem do conflito que tenho em minha mente que esta perdida na confusão das suas próprias conclusões, uma loucura total, mas eu ate que gosto assim, minha mente e igual minha bolsa tudo bagunçado nunca encontro nada, Incrível isso! Outro dia me esquecei de acordar e dormi um dia inteiro, e no outro esqueci que almocei, agora deu pra esquecer tudo. Assim como minha bolsa que não encontro nada a minha mente se perde tudo.
Pelo mesmo agora trabalhando eu estava mais concentrada tentando manter minha mente focada em algo essa tarefa era difícil, algo que somente os livros têm o tal poder ‘manter minha mente quieta e organizada’.
De novo devaneios....
eu irei concluir – prometo - um dia
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Penso logo escrevo = dia a dia
Capitulo Dia a dia
Assim que acordei na manhã seguinte já me encontrava melhor e sozinha em casa minha avo havia saído para o trabalho dela lá em Vila Isabel onde cuidava de uma senhora idosa – era engraçado uma velha cuidando de outra velha – e eu me encontrava sozinha em casa, eu não trabalhava apenas estudava no turno da noite na escola que era aqui perto de casa, eu já estava cursando o 3º ano do ensino médio graças a Deus faltava pouco para terminar e enfim me ver livre da escola e poder usufruir de minha vida adulta, era estranho pensar em mim como uma adulta que deveria ter responsabilidades não me sentia assim ainda me sentia a mesma adolescente de sempre que nada mais queria da vida além de diversão e aventura, mas infelizmente minha vida não era assim há muito tempo e agora eu perdera muito tempo perdida e se rumo, precisava encontrar o caminho da nova “eu” que seria mais responsável e madura que trabalharia e teria seu próprio dona de seu próprio nariz, bom na verdade eu já vazia o que queria mesmo pouco iria mudar. Ficar em casa era um tédio não havia muito o que fazer, ficava o dia todo sem rumo dentro de casa vagando pelos cômodos a procura do que fazer, as vezes minha amiga Paloma ia ate minha casa, mas já fazia tempo que se mudara e não a via mais, sem der com quem falar me sentava em frente do computador e ficava a procura de uma companhia alguém pra conversar, as vezes era frustrante não ter o que fazer, sem amigos, inveja quem dia uma vida mesmo monótona que minha por menor que fosse a diferença, eu era uma pessoa elétrica não suportava a vida que tinha dês que resolvi mudar, mudei tanto...
Mas ainda era a mesma garota a procura de não sei o que.
Levantei-me da cama e fui enfrentar o novo dia que dia pela frente, uma longa semana já que ainda era segunda e minha avo só viria sexta e minha diversão somente sábado, será que faltava muito para sábado? Sim, bastante.
Tomei meu café e um bom banho sem ter o que fazer – como sempre- sentei em frente ao computador e entrei na minha conta da rede social a procura de alguma novidade e logo encontrei vários comentários falando de como foi “épico” a noite do open bar, falavam de tudo de quem pagou mico, de quem bebeu demais, de quem pegou quem, todos queriam saber o fofoca do momento – um bando de fofoqueiros isso sim! – vi que havia algumas solicitações de amizades do Felipe e do Marcus aceitei logo, havia uma que era do carinha que dancei na noite de sábado, seu nome era Julio e tinha banda de rock, na verdade agora que conseguia vê-lo melhor através das fotos ele era bem bonito, aceitei seu pedido de amizade e começamos a conversar bom ele parecia ser um cara legal, me mostrou alguns vídeos da sua banda – que era boa – e assim surgia todo tipo de papo ele me chamou para um evento num tal de “Caverna do Rock” onde sua banda iria tocar me chamou para ir ver o show, eu fiquei em duvida disse que iria pensar.
Quando enfim cansei da internet resolvi ir à procura de minha independência então me arrumei e parada em frente ao espelho tentando convencer meus cabelos a ficar arrumados ou pelos mesmos decentes, tava difícil! Reparei que hoje meus olhos estavam na cor caramelo meio dourados – pelo mesmo eu achava isso, enfim. – parecia brilhar hoje eu estava de bom, terminei de arrumar meus cachos e sai de casa, indo à busca de um emprego.
Fui ao local mais próximo de casa, que era o centro onde havia um monte de lojas, escritórios, mercados, camelos e etc. estava a procura de qualquer emprego sem me importa onde iria trabalhar então em toda loja que havia a placa que dizia “Precisa-se de Funcionários” eu entrei e deixei meu currículo. Pelo mesmo hoje eu estava fazendo algo diferente, encontrei ate um espaço cultural que estava aceitando currículos para estágios deixei – não custava nada tentar -. Após muitas lojas e caminhar muito fui para casa cansada de procurar um emprego agora só me restava esperar.
Naquela mesma me chamaram para uma entrevista no espaço cultural “Arte vida” onde logo fui aceita. O lugar era legal espaçoso e vivia cheio de adolescentes indo e vindo de aulas culturais – entre Teatro, canto, dança, violão e etc. – bom pelo mesmo iria conhecer pessoas novos trabalharia no horário da tarde, um trabalho chato de escritório onde digitaria documentos e ajudaria os outros funcionários em suas tarefas, resumindo era isso que fazia, alguns funcionários eram legais, logo fiz umas amizades, algo que me ajudava a suporta um trabalho tão chato, onde tinha que atender telefones chatos com pessoas irritadas achando que a culpa de seus problemas eram minha. – eu já tinha problemas demais em minha vida .
Tudo havia se tornado algo novo e inesperado. Mas logo se transformava em algo comum e sem graça esse era meu grande problema. Acordava ficava um pouco no computador conversando com meus amigos ansiávamos pelo Final de semana – Que chegue logo, por favor!!- o final de semana onde poderíamos extravasar, nos libertar e enfim fazemos o que realmente queremos. Após isso eu me arrumo e vou para mais um dia de trabalho e depois vou para escola uma rotina todo dia a mesma coisa.
Na minha escola só havia pessoas sem personalidade nenhuma, sem visão, completamente absurdas do mundo. Garotas sem nenhum atrativo intelectual nunca nem sequer leram um livro sem opinião para nada nos seus mundinhos era só garotos, roupas e maquiagem. Eu realmente não conseguia entender tamanha futilidade que elas tinha, não conseguia entender, já fazia tempos eu não agüentava mais ouvir suas conversas fúteis e elas tão pouco gostávamos dos meus papos – pareciam se irritar quando falava de estudo, ou de um livro que li, ou ate de uma matéria do jornal. – enfim sem nada na cabeça.
Eu era assim louca por livros e pelas suas historias lia muitas ficções me perdia no meio dos personagens nos mundos de realidades diferentes tudo fora do normal, isso era suficiente para mim. Ler trazia alegria a minha alma, assim como meus muitos amores.
Eu posso nunca entender a sociedade onde vivo. Onde tudo e mais importante, onde ninguém pensa no próximo somente em si mesmo, onde nos prendemos nas esperanças fúteis de que amanha será um novo dia, uma nova alegria, onde todos esperam sentados olhando vendo a vida passar esperam que algo mudo que a vida lhe traga o motivo pra ser feliz.
Há espera de não sei o que.
Queria eu poder sair sem rumo pegar a mochila e ir ate um lugar legal me perder em caminhos novos sem conseqüências, mas como poderia sair assim simplesmente sem ter o maldito ”dinheiro”, e assim se faz o martírio da vida, em busca do que queremos nos prendemos em uma vida ou rotina para conseguir aquilo que queremos pode-se ate pensar : “Nada mais justo, um pouco de trabalho para termos muito prazer”. Sempre deixando para amanha, certa vez li um texto que me fez refletir sobre muitas coisas...
Eu era assim louca por livros e pelas suas historias lia muitas ficções me perdia no meio dos personagens nos mundos de realidades diferentes tudo fora do normal, isso era suficiente para mim. Ler trazia alegria a minha alma, assim como meus muitos amores.
Eu posso nunca entender a sociedade onde vivo. Onde tudo e mais importante, onde ninguém pensa no próximo somente em si mesmo, onde nos prendemos nas esperanças fúteis de que amanha será um novo dia, uma nova alegria, onde todos esperam sentados olhando vendo a vida passar esperam que algo mudo que a vida lhe traga o motivo pra ser feliz.
Há espera de não sei o que.
Queria eu poder sair sem rumo pegar a mochila e ir ate um lugar legal me perder em caminhos novos sem conseqüências, mas como poderia sair assim simplesmente sem ter o maldito ”dinheiro”, e assim se faz o martírio da vida, em busca do que queremos nos prendemos em uma vida ou rotina para conseguir aquilo que queremos pode-se ate pensar : “Nada mais justo, um pouco de trabalho para termos muito prazer”. Sempre deixando para amanha, certa vez li um texto que me fez refletir sobre muitas coisas...
“Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta ideia: morrer. A troco? Você passou mais de dez anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente. De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinquente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não companha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça. — A morte é uma piada, Martha Medeiros.”
Morrer e um exagero.deixamos muitas coisas para ser fazer depois.
esse era meu maior medo, perde minha vida e não fazer valer a pena. Não conseguir aquilo que mais queria no mundo isso me assustava demais !!
E uma certa ironia que uma coisa que teve acontecer a todos nos conseguisse me assustar tanto. Nunca parou para pensar que sua vida logo acabara, que você deixara de existir, para onde ira todos os seus sonhos, seus pensamentos, nada fica tudo se vai, sem lembranças, tudo se apaga, você vira pó e tudo o que você achou significar não será nada. Isso era assustador pensar que logo tudo se acabara, pode ate achar eu tenho muita vida pela frente mas logo poderia se acabar, amanha ou daqui a 10 anos quem sabe??
E muita incerteza para deixar as coisas para depois, era assim que eu pensava da vida
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Open Bar
Capitulo 2
Open Bar
E assim vamos entramos no ônibus que me levaria ate o point, vamos conversando todo a caminho e a cada segundo eu ficava mais ansiosa, no meu estomago havia borboletas me deixando inquieta. Mal se passaram 20 minutos e finalmente chegamos ate o esperado destino a boate “Angel”.
Na porta do point (Angel) já havia algumas pessoas a espera para poder entrar, no ar havia um clima de expectativa, algumas pessoas conversavam outras estavam apenas esperando parei para observá-las todas vestiam pretos e de certa forma era iguais, mas eles irradiavam uma sensação de liberdade, uma liberdade que queria sentir um desejo de aventura, eles eram tão livres alguns com pircengs outros com tatuagens todas expressavam o que sentiam através de sua roupas, estilos, todos queriam expressar opiniões contrarias as demais, era isso que todas aquelas pessoas me passavam, eu queria ser livre como ele.
A porta da boate havia um grande toldo escrito Angel e havia uma porta de entrada como uma roleta e a seu lado um grande espelho pendurado na parede e a bilheteria e havia também uma grande porta de saída de emergência. A parede da entrada era na cor preta tudo tinha seu ar de mistério, só que eu e Andre não ficamos esperando do lado de fora ele logo entrou no Angel, me disse que conhecia o segurança e por isso podia entrar antes, perguntei sobre seus amigos e ele me disse que logo chegaria.
La dentro a boate era bem escura e totalmente diferente do que eu esperava, era um pouco escuro e assim que entrava no alto se via uma cabine de som e atrás de mim to lado da entrada a bilheteria, a minha frente a portas do banheiro e uma escada que parecia ser para um suposto segundo andar. Tinha um bar no canto abaixo do suposto segundo andar, mas não era ali que se pegavam as bebidas. Logo o lugar encheu, tinha todo tipo de pessoa deferente que se possa imaginar, o som era dos melhores tocava Nirvana que e uma banda que eu amava, eu via as pessoas dançarem ao som de Smells Like Spirit sentindo o ritmo da música a noite estava perfeita.
no meio de tanta gente se encontrava os amigos do Andre, uma garota que me recebeu com um belo sorriso e um grande abraço que dizia seja bem-vinda seu nome era Jessica, ela vestia uma calça toda propositalmente rasgada que era bem interessante e uma blusa preta que tinha um desenho de caveira na geral ela era linda e bem vestida tinha todo tipo de acessórios deslocados, pulseiras e praceletes, que me faziam sentir que estava pouco produzida, seus cabelos curto na altura do ombro com aqueles cortes modernos que na frente a ponta do cabelo e maior e atrás e mais curto, mas tudo ficava fabuloso com a cor de violeta de seus cabelos que pareciam brilhar, já os rapazes com seus jeitos descolados, não tinha muita diferente em suas roupas eram calças jeans e blusa de banda cada um tinha uma banda diferente estampada no peito, um menino chamado Gustavo vestia a blusa da banda Angra, tinha cabelos longos que iam ate o ombro eram ondulados quase lisos e na cor preta como a noite e olhos castanhos no seu rosto haviam marcas de espinhas, ele era meigo no seu jeito tímido que ele somente apertou minha mão disse seu nome e deu um sorriso torto afetado por todos estarem olhando para ele vendo ele corar de vergonha era tão fofo, Marcus alto de cabelos curtos e pretos e Felipe baixo de cabelos arrepiados e de Grandes olhos azuis, todos pareciam estar na expectativa do evento da noite open bar, todos riam e comentavam que na primeira noite que eu fui ate o “Angel” era um open bar e que essa seria uma noite de muita bebedeira e de com certeza que micos então começaram a contas vezes que cada um pagou um grande mico, eu ria muito diante da discussão de Andre com o Felipe quem foi que passou a maior vergonha em todas as vezes que saíram ver essa discussão era hilário melhorou ainda mais quando Marcus se intrometeu defendo o Felipe e colocando todos os ‘podres’ de Andre para fora, já Andre me olhava com uma cara de que tudo era uma grande mentira, mas eu só conseguia ri de sua expressão contrariada e constrangida, todos conversavam alegremente e a conversa fluía naturalmente e começaram a fazer algumas perguntas para mim, mas nada constrangedor que me fizesse sentir envergonha eram perguntas simples como o Andre já havia feito, perguntas como de onde eu era, quem era meus pais, o que fazia da vida (que essa a resposta era nada, só estudo) e assim conversamos naturalmente.
Comecei a beber na expectativa te tornar essa noite mais divertida, Jessica iria trabalhar no bar e não ficaria com a gente e logo Felipe arrumou uma garota pra ficar em altos beijos, só sobrou Andre, Marcus e Eu, vamos ate o bar para pegar um copo de cerveja e aproveitei pra ficar conversando com Jessica, mas parecia ser impossível por que havia muitas pessoas no bar querendo suas cervejas, no fim tive que me afastar por causa da confusão de gente no bar.
O Angel estava super lotado, tinha todo tipo de gente, e hoje tocaria duas bandas, uma era de Iron Maiden e a outra Angra e Dream theater os rapazes ficaram parados no canto perto do bar desativado, e eu fui andar pelo Angel para conhecer o lugar, nessa noite havia muitos caras bonitos e alguns olhavam pra mim como se quisessem saber quem eu era, eu pelo visto era novidade no lugar algumas pessoas me olhavam com certa cautela, depois de andar por todo Angel e ate seu suposto segundo andar que não passava de uma pequena área onde os casais se encontravam afim de que ninguém os visem já que ali era muito escuro e tinha varias cadeiras encostadas na parede era um ambiente que parecia ser confortável, não fiquei ali muito tempo desci e voltei a me encontrar com o Andre que estava com mais um copo de cerveja pra mim eu na verdade odiava o gosto da cerveja por ser tão amargo, preferia beber outra coisa em vez de cerveja, chamei Andre e vamos ate o bar onde as únicas opções de bebidas era cerveja ou caipirinha, então resolvi beber a caipirinha, peguei um copo e voltamos para o mesmo lugar que estávamos onde o Marcus estava.
Já a certa hora da noite que eu não sabia mais qual era, eu estava muito bêbeda e zonza e estava dançando no meio da pista ao som de Angra, já havia feito um monte de amizades e conversava com todos como se fossem grandes amigos enquanto dançava um cara de cabelos longos, alto e lindo veio em minha direção e começou a seguir meu embalo ele se aproximava cada vez mais de mim ate que parou em frente a mim com um sorriso zombeiro na cara, colocou a mão na minha cintura e aproximou seu rosto de mim desviei meu rosto da sua tentativa de beijo, mas ele não recuou e continuamos a dançar de um jeito engraço, ele era cheiroso, e eu já não estava em meu estado normal, estava tão bêbada que não sabia quem era ele e por que eu me encontrava dançando com ele e onde estava meu amigo, olhava em volta tentando achar ele e não o via. Será que foi embora? Fiquei um pouco preocupada e resolvi deixar esse cara de lado e fui à procura do meu amigo, ele estava perto do bar conversando com Jessica e Marcus, eu fui até eles Andre sorria pra mim e perguntou se eu estava perdida já que sumi eu ri e tentei desviar de assunto já que nem mesma sabia o que estava fazendo, continuei a beber só que agora não sai de perto Andre, conversei com o Marcus e descobrir que ele era uma pessoa super legal, ficamos conversando um bom tempo. Depois de alguns copos de caipirinha (alguns não eu já havia bebido bastante ) eu fui ficando cada vez mais tonta e precisava pegar um ar, já não sabia nem onde estava percebi que de novo estava na pista de dança com aquele cara, sentia minhas pernas tremendo,eu ansiava por um beijo mas não estava no meu melhor estado sentia que a qualquer momento iria vomitar,deixe o cara e tentei achar o caminho da porta em vão pois estava tudo muito escuro agora a ultima banda tocava e eu procurava a saída e novamente estava sozinha, olhei para cima e vi uma placa escrito saída de emergência em vermelho e fui na direção dela e no caminho achei o Marcus e o Felipe conversando pergunto pelo Andre e o Marcus disse que estava no bar que ficava perto de onde estava tinha medo de voltar lá e me perder novamente e não achar a saída, pedi pro Marcus falar para o Andre que estaria lá fora, e assim continuei meu caminho ate chegar na saída e respirar o ar puro foi só então que percebi o quanto lá dentro era quente e abafado sentei na calçada e fiquei esperando vomitar. Ate que sentir uma mão em meus ombros e era Andre que me ajudou a levantar ele me olhava como se estivesse se divertindo e disse “acho que já esta na hora de irmos para casa não acha?” eu respondi que não, eu não queria ir embora a noite estava tão boa, mas eu não estava em condições de protesta, e ele me levou ate o ponto onde finalmente vomitei pagando o maior mico.
Eu não sei como cheguei a casa, só sei que acordei em minha cama com outra roupa e meus cabelos molhados e uma terrível dor de cabeça, provavelmente o Andre me deixou no ônibus que vinha para minha casa e eu dormi o caminho todo ate chegar no ponto final e o cobrador me acordou por sorte era o ponto onde eu iria ficar. Devo ter chegado em casa e tomada um banho para ver se melhorava e tirar o cheiro de cachaça do meu corpo pra que minha avo não percebesse. Eu não queria levantar da cama, não conseguia me lembrar o que eu havia feito ontem bebi demais não me lembro qual foi a ultima vez que bebi tanto.
Cansada voltei a dormi, eu nunca mais iria a um open bar.
Monotonia
Capitulo 1
Monotonia
Monotonia minha vida se resumia isso. Uma grande mesmice de sempre.
Busco o perigoso, a sensação de dor, inconsequência sentir o vento da noite sopra no meu rosto sem saber aonde vou, sem rumo vagar pela noite e simplesmente se deixar levar pela sensação acolhedora que sempre encontro através do luar, é como um vício, você prova e não quer mais larga, ver todas aquelas pessoas ali conversando, bebendo e algumas pessoas ate dançando ouvindo o bom e velho rock. Elas parecem se diverti sendo tão simples uma roda de amigos um vinho barato e uma boa música parece ser o suficiente para deixar eles feliz. Eu os invejo por isso, por encontra a felicidade assim tão simples, talvez seja a amizades, ter amigos talvez traga uma felicidade diferente, eu sei como e, já tive alguns amigos porem não os consideravas verdadeiras amizades passageiras e ate às vezes fúteis, era desnecessária, descartáveis.
A primeira vez que fui aquele lugar, me senti um pouco estranha nunca tinha ido a um lugar como aquele, mas meu desejo sempre foi encontrar um lugar como aquele pra me divertir, mas sempre uma coisa me impedia, e a mais importante era que eu não tinha amigos.
Um pouco antes de ir até La, conheci uma pessoa através da internet, conversamos algumas vezes e então ele me chamou para sair, me chamou para ir até La, eu no inicio não aceitei, pois mal conhecia essa pessoa que me chamava pra sair, mas era uma pessoa diferente de todas as outras que havia conhecido em minha curta porem longa vida, ele irradiava aquele ar de homem maduro que sabia o que queria, e ele era sincero isso era um ponto a mais, já outras pessoas que passaram pela minha vida era fúteis, vulgarem, que só se interessavam pelo o que eu poderia proporcionar a eles, homens que só queriam meu corpo para usar e descartas, mulheres fureis que não tinha nada na cabeça além de homens e festas, isso me irritava muito as vezes já não conseguia mais fica perto dessas pessoas sem alma e celebro,esse cara era diferente pelo mesmo esperava que fosse, aceitei seu pedido para sair mas deixando bem claro que não queria nada alem de amizade. Por fim esqueci-me de minhas preocupações de que ele fosse algum maníaco e deixa pra os meus receios e decidi me ir com ele ate aquela balada casa de show, um point no qual só tocava rock.
Eu era pura animação, excitação, minha mente implorava para que eu me jogasse na noite sem medo, eu iria conhecer pessoas novas, pessoas que teriam um mais de cabeça, talvez encontre alguém que me disse-se qual o sentido da vida e de tudo aquilo que sentia dentro de mim, de tudo que queria transportar e explodir para fora de mim, uma sensações de desespero pairava na boca de meu estomago. Essa noite teria que ser reveladora.
Esqueci de todas as minhas frustrações e no sábado à noite comecei a me arrumar, empolgada eu estava, vestir o que considerava ser um lock apropriado, um short jeans curto e uma camisa da banda Nirvana que tanto amo, olhe-me no espelho e me observei por um segundo tentando encontrar sentido no que via, eu não era bonita não me achava como tal, eu era simplesmente eu “simples e complexa” assim eu poderia dizer, simples por fora e complexa por dentro, do lado de fora ninguém poderia imaginar a confusão que se passara dentro de minha cabeça pensamentos perturbados incoerentes até. Mas por fora minha pele era branca meia amarelada de tanto sol, meus olhos cor de castanhos escuros que dependendo da luz eles eram mais negros como a noite ou mais claro como mel gostava de pensar que essa variação era por causa do meu humor e não da luz, mas isso não era verdade, mas eu gostava de me iludir as vezes era bom. Meus olhos eram grandes ou pareciam ser? Mas eu tinha grandes cílios e uma sombracelha um pouco valhada mas nada que um pouco de lápis preto não resolva. Meus lábios tinham um leve toque vermelho natural eram bem definidos e um pouco volumosos diria que eram na medida certa, tudo isso tornava meu rosto delicado em comparação ao meu selvagem cabelo que hoje não estava de bem comigo, seus cachos vermelhos estavam revoltados armados e cheios, mas eu adorava isso neles, eles só precisavam de um pouco de direção nada que um bom creme não ajude.Adorava mais ainda quando uma amiga que conheci na internet me chamava de ruivinha e era esse meu apelido na net, gostava que me chamassem assim. Fiz uma maquiagem um tanto leve, com olhos pretos e lábios deixei em sua cor natural ficou melhor assim, após me arrumar, maquiagem, cabelo e me vestir finalmente calcei meus tênis AL star cano longo vinha quase ate meus joelhos e tava certo trabalho colocá-los levei meia hora ate conseguir calçar os dois. Pronta eu sai de casa e fui determinada ate o ponto de ônibus onde o futuro me aguardava, o futuro era incerto, mas eu tinha certeza que eu iria me diverti muito.
O ônibus demorou um pouco a aparecer eu já estava ansiosa, iria me encontrar com o cara da internet que no caso se chamava Andre estaria ele me esperando no ponto para me levar ate o point mais badalado da cidade o que tanto ansiava para ir. Quanto enfim desci do ônibus logo reconheci o Andre encostado na parede a minha espera, assim que ele me viu abriu um grande sorriso, ele era um pouco diferente do que eu pensava, nas fotos do seu perfil ele era diferente, ali pessoalmente ele parecia ser mais bonito que nas fotos, ele tinha cabelos castanhos curto, mas que pareciam ser bem sedosos e brilhavam na luz do luar, e que a lua estava bela hoje, seu rosto era bonito com traços marcantes e fortes o tipo de pessoa que você na rua e não se esquece, no contexto geral ele era lindo, alto, e tinha um do mais belo sorriso que já tinha visto, na hora já sabia que ele seria meu grande amigo.
Ele não perdeu tempo e veio logo me abraçar, seu abraço era forte e acolhedor seu cheiro um perfume dos mais suaves era um frenesi um cheiro que me deixou mais calma e aquietou meu estomago que estava inquieto por causa da noite. Assim que ele se afastou para me olhar disse um grande “oi” perguntou se eu estava bem, ficamos conversando alguns minutos era fácil conversar com ele, perguntou de minha família e de como estava me sentindo hoje já que era a primeira vez que iria ao point e também disse que encontraríamos uns amigos dele La,mal havia reparado que meia hora havia se passado dês que cheguei.
Eu era pura animação, excitação, minha mente implorava para que eu me jogasse na noite sem medo, eu iria conhecer pessoas novas, pessoas que teriam um mais de cabeça, talvez encontre alguém que me disse-se qual o sentido da vida e de tudo aquilo que sentia dentro de mim, de tudo que queria transportar e explodir para fora de mim, uma sensações de desespero pairava na boca de meu estomago. Essa noite teria que ser reveladora.
Esqueci de todas as minhas frustrações e no sábado à noite comecei a me arrumar, empolgada eu estava, vestir o que considerava ser um lock apropriado, um short jeans curto e uma camisa da banda Nirvana que tanto amo, olhe-me no espelho e me observei por um segundo tentando encontrar sentido no que via, eu não era bonita não me achava como tal, eu era simplesmente eu “simples e complexa” assim eu poderia dizer, simples por fora e complexa por dentro, do lado de fora ninguém poderia imaginar a confusão que se passara dentro de minha cabeça pensamentos perturbados incoerentes até. Mas por fora minha pele era branca meia amarelada de tanto sol, meus olhos cor de castanhos escuros que dependendo da luz eles eram mais negros como a noite ou mais claro como mel gostava de pensar que essa variação era por causa do meu humor e não da luz, mas isso não era verdade, mas eu gostava de me iludir as vezes era bom. Meus olhos eram grandes ou pareciam ser? Mas eu tinha grandes cílios e uma sombracelha um pouco valhada mas nada que um pouco de lápis preto não resolva. Meus lábios tinham um leve toque vermelho natural eram bem definidos e um pouco volumosos diria que eram na medida certa, tudo isso tornava meu rosto delicado em comparação ao meu selvagem cabelo que hoje não estava de bem comigo, seus cachos vermelhos estavam revoltados armados e cheios, mas eu adorava isso neles, eles só precisavam de um pouco de direção nada que um bom creme não ajude.Adorava mais ainda quando uma amiga que conheci na internet me chamava de ruivinha e era esse meu apelido na net, gostava que me chamassem assim. Fiz uma maquiagem um tanto leve, com olhos pretos e lábios deixei em sua cor natural ficou melhor assim, após me arrumar, maquiagem, cabelo e me vestir finalmente calcei meus tênis AL star cano longo vinha quase ate meus joelhos e tava certo trabalho colocá-los levei meia hora ate conseguir calçar os dois. Pronta eu sai de casa e fui determinada ate o ponto de ônibus onde o futuro me aguardava, o futuro era incerto, mas eu tinha certeza que eu iria me diverti muito.
O ônibus demorou um pouco a aparecer eu já estava ansiosa, iria me encontrar com o cara da internet que no caso se chamava Andre estaria ele me esperando no ponto para me levar ate o point mais badalado da cidade o que tanto ansiava para ir. Quanto enfim desci do ônibus logo reconheci o Andre encostado na parede a minha espera, assim que ele me viu abriu um grande sorriso, ele era um pouco diferente do que eu pensava, nas fotos do seu perfil ele era diferente, ali pessoalmente ele parecia ser mais bonito que nas fotos, ele tinha cabelos castanhos curto, mas que pareciam ser bem sedosos e brilhavam na luz do luar, e que a lua estava bela hoje, seu rosto era bonito com traços marcantes e fortes o tipo de pessoa que você na rua e não se esquece, no contexto geral ele era lindo, alto, e tinha um do mais belo sorriso que já tinha visto, na hora já sabia que ele seria meu grande amigo.
Ele não perdeu tempo e veio logo me abraçar, seu abraço era forte e acolhedor seu cheiro um perfume dos mais suaves era um frenesi um cheiro que me deixou mais calma e aquietou meu estomago que estava inquieto por causa da noite. Assim que ele se afastou para me olhar disse um grande “oi” perguntou se eu estava bem, ficamos conversando alguns minutos era fácil conversar com ele, perguntou de minha família e de como estava me sentindo hoje já que era a primeira vez que iria ao point e também disse que encontraríamos uns amigos dele La,mal havia reparado que meia hora havia se passado dês que cheguei.
- Acho que precisamos ir, seus amigos devem estar esperando – eu falei cortando ele no meio de uma frase engraçada, ele me olhou e pareceu constatar que havia se passado muito tempo dês que eu cheguei e muitos ônibus também.
- E verdade, nem tinha percebido, e melhor irmos ruivinha, se não você ira se atrasar para melhor festa de todas, e open bar – disse ele com um tão brincalhão. E assim finalmente pegamos o ônibus rumo ao melhor festa que assim disse ele.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Resumo
Conhecendo a Ruivinha
Gosto que me chamem assim Ruivinha.
Um apelido que ganhei da minha amiga que conheci na internet. e gosto que todos me chamem assim
Não vou dizer meu nome por que e desnecessário e não mudaria nada pois nomes são todos iguais.
Minha vida era uma monotonia SEM FIM era sempre a mesmice de cada dia, ate eu conhecer o famoso e balado point.
onde conheci a mim mesma ... vou contar a minha historia e o que fiz para chegar aqui hoje e tudo que eu fiz, cada loucura cada festa, cada aventura sórdida e sacana.
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